
Ela é ciumenta. Ama suas coisas e não as divide. Prefere ter o seu a ter que compartilhar com os outros.
Ela é possessiva. Suas amizades são escolhidas a dedo. Seus amigos são divididos em grupos que nunca se encontram. Ela é uma pessoa diferente em cada um desses grupos. Vida tripla, eu diria. Três máscaras, uma original. Quatro grupos.
Ela não gosta de dividir nem os amigos. Acha que cada um tem que ter o seu. Não pode simplesmente inserir alguém em um de seus grupos - prefere criar um novo com aquela pessoa.
Isso reflete uma grande fraqueza. Medo. Instabilidade. E ausência de auto-confiança, pois seu medo se baseia em perder a posição de controle que possui em cada grupo por misturá-los. Não ser a mais importante. Não estar no centro.
Mas o tempo para vida social dela não permite que ela separe assim tão bem os grupos e aproveite da mesma forma com todos. Ela arrisca misturar. Enfrenta o medo. E a confirmação de um novo laço, que ela não previra e que não tem explicação a atinge como um soco no estômago.
O que ela mais odeia acontece. E ela não vai deixar acontecer denovo. Ela não divide seus grupos a toa. Ela tem medo que seu lado sombrio de cada máscara apareça nessa junção. Ela não vai arriscar novamente perder o que conquistou, ainda mais dessa forma.
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Ela precisa mudar seus conceitos. Crescer, amadurecer. Adquirir a tal da auto-confiança e tirar as máscaras. Porque com essas atitudes, quatro grupos podem cair para nenhum, e ela não vai aguentar ficar sozinha. Ela deve pensar nisso...
Ela é possessiva. Suas amizades são escolhidas a dedo. Seus amigos são divididos em grupos que nunca se encontram. Ela é uma pessoa diferente em cada um desses grupos. Vida tripla, eu diria. Três máscaras, uma original. Quatro grupos.
Ela não gosta de dividir nem os amigos. Acha que cada um tem que ter o seu. Não pode simplesmente inserir alguém em um de seus grupos - prefere criar um novo com aquela pessoa.
Isso reflete uma grande fraqueza. Medo. Instabilidade. E ausência de auto-confiança, pois seu medo se baseia em perder a posição de controle que possui em cada grupo por misturá-los. Não ser a mais importante. Não estar no centro.
Mas o tempo para vida social dela não permite que ela separe assim tão bem os grupos e aproveite da mesma forma com todos. Ela arrisca misturar. Enfrenta o medo. E a confirmação de um novo laço, que ela não previra e que não tem explicação a atinge como um soco no estômago.
O que ela mais odeia acontece. E ela não vai deixar acontecer denovo. Ela não divide seus grupos a toa. Ela tem medo que seu lado sombrio de cada máscara apareça nessa junção. Ela não vai arriscar novamente perder o que conquistou, ainda mais dessa forma.
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Ela precisa mudar seus conceitos. Crescer, amadurecer. Adquirir a tal da auto-confiança e tirar as máscaras. Porque com essas atitudes, quatro grupos podem cair para nenhum, e ela não vai aguentar ficar sozinha. Ela deve pensar nisso...

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