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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Vontade de escrever para alguém

Li num livro do John Maxwell a dica de escrever para as pessoas que nos inspiraram de alguma forma, e nunca mais me esqueci. Mas desde então, fico só na vontade. E eu tenho vontade de escrever para várias pessoas.

Para uma menina particularmente chata da primeira a terceira série, que fazia um bullying terrível comigo, para perguntar o motivo daquilo e dizer que a perdoava.

Para alguns professores e coordenadores da escola, que me ensinaram muito mais do que suas matérias. Igualmente para alguns professores da faculdade, que mereciam ouvir coisas boas e ruins sobre seus trabalhos, que não tive coragem para dizer na época.

Tenho vontade de escrever uma carta para meu ex-namorado que mais durou, para pedir perdão por tantas coisas erradas que fiz sem saber ou sabendo e para agradecer o apoio incondicional que ele me deu em todas as minhas ideias, por mais malucas que elas parecessem, e me amado até nos momentos de loucura.

Tenho vontade de escrever para o ex-namorado seguinte a esse, que me fez tão, tão, tão bem. Ele foi meu melhor namorado: entendia absolutamente tudo que eu falava, conversava comigo horas a fio, fazia tudo por mim, e me ensinou muitas coisas. Acho que eu nunca fui capaz de expressar minha felicidade e gratidão pelo que ele representava na minha vida.

Também tenho vontade de escrever para dois grandes amores do passado. Um amor que foi também uma ilusão adolescente, mas bem especial. E para um outro amor que foi quem mais se encaixou com o meu jeito de ser: parecia que ele tinha o manual da Carol. Foi o relacionamento mais leve que tive, e sei que ele sabe o quanto eu ainda o aprecio, mas ainda não escrevi o quanto ele foi importante para mim.

Quanto aos escritores, filósofos, músicos e artistas em geral para quem eu gostaria de escrever, não vou nem citar todos, pois grande parte deles já morreram. Érico Veríssimo, Jim Morrisson, Raul Seixas, Sartre, Nietzche, Platão, Machado de Assis, Van Gogh, George Harrisson, Salvador Dali...

Tem muitas pessoas que não morreram ainda também, para as quais eu escreveria. Mas seria mais fácil conversar com essas pessoas, e eu não deixo de ter a esperança de conhecer algumas delas, como a Angelina Jolie, Michael Porter, Meg Cabot, J.K. Rowling, e dar um beijo na boca do maravilhoso Morrissey, um homem de incrível talento, personalidade e sensibilidade.

Por enquanto fico só na vontade, mas ainda vou escrever para muitas dessas pessoas, inclusive para o inspirador John Maxwell, que além de muitas lições de vida, relacionamentos e liderança, me ensinou sobre a importância de escrever para as pessoas que fizeram a diferença na minha vida.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Autoconhecimento

Aprendi recentemente que todos os personagens dos nossos sonhos nos representam. Curioso é eu nunca ter pesquisado sobre o significado dos sonhos, apesar de achar interessante registrá-los e ter a internet e algumas bibliotecas à disposição. Talvez eu tivesse medo demais de interpretá-los.

A verdade é que a ignorância é voluntária ou involuntária, como eu já havia percebido, mas ouvi de outra pessoa, também recentemente. Mas até (ou a partir de?) certo ponto, somos nós que escolhemos o que aprender nessa vida, assim como escolhemos as áreas do nosso intelecto, do nosso caráter, da nossa personalidade ou da nossa espiritualidade para negligenciar e permanecermos na ignorância.

Por outro lado, por experiência própria, sei que tudo tem sua hora de acontecer, e nada acontece por acaso. Por mais doloroso, ou difícil, ou estranho que seja, as experiências que vivemos no momento certo nos libertam da ignorância e nos fazem crescer.

Eu já apressei experiências que depois vi que aconteceram no momento certo, apesar de incomum. Também já segurei a onda em várias situações, por medo ou ingenuidade, que depois de perdidos pareceram em vão, mas na verdade foi para a experiência acontecer no momento certo.

Nem sempre estamos prontos para receber todo o conhecimento, mas é importante estar sempre em busca e aberto a ele, nas mais diversas formas que ele se apresenta na vida.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Um passo de cada vez e a gente acaba se entediando de algumas coisas na vida. Os planos, sonhos, aspirações, esperanças e por fim o interesse perdem-se no caminho do desenvolvimento de um emprego, de uma meta difícil demais, de um curso, uma etapa, um relacionamento.

Não questiono muito as dificuldades, mas às vezes a jornada em direção ao objetivo é tão longa que em vários momentos a gente olha o caminho percorrido, o caminho a percorrer e pondera seriamente sobre continuar ou desistir.

Depende do objetivo, ou se a jornada é justamente para descobrir o que tem do lado de lá. Em poucos casos, ir devagar pode ser ainda mais estimulante e agradável...

sábado, 20 de outubro de 2012

Eu vejo muitas pessoas reclamando diariamente por não serem ouvidas, por passarem frequentemente por situações desagradáveis ou que poderiam melhorar e "ninguém faz nada". Mas eu também vejo muitas propostas de mudança mal elaboradas, focadas num só ponto de vista.

Vejo negligência e individualismo em muitas "preocupações" sociais, as eleições no Brasil são um bom exemplo, dá até preguiça de comentar. Mas nada me incomoda mais do que a fuga das responsabilidades, que eu não sei se é condição de boa parte dos brasileiros ou dos seres humanos, pois a quantificação me ocorreu somente agora. Sei que faço parte dessa turma, até certo nível.

As pessoas querem ter "voz", poder de decisão, mas não querem assumir as responsabilidade pelas consequências das mesmas. Acham absurdo terem chefes no pé, mas sem acompanhamento não realizam metade do que é esperado de suas funções. Esperam milhares de ações do governo, mas não frequentam as reuniões que (poucos deles) fazem com a população, ou pelo menos tenta fazer, só que ninguém aparece.

Por outro lado, pessoas de influência, poder e dinheiro (se é que não é errado colocar assim, já que geralmente um está diretamente ligado ao outro), que poderiam fazer alguma diferença, para o bem, muitas vezes cruzam os braços por estarem muito confortáveis onde estão, obrigada. Ou estão muito ocupadas com questões particulares, e o todo é apenas consequência em suas vidas - egocentrismo total.

Fuga das responsabilidades e comodismo se assemelham muito no meu pensamento sobre esse assunto. Porque por outro lado, para muitos é fácil aceitar o sistema e sua ordem, deixar que tomem as decisões por eles nos assuntos em que deveriam se preocupar mas não se envolvem o suficiente. Afinal de contas, se der errado, a culpa não é deles, eles só seguiram o que foi proposto.

Se por um lado eu já me revoltei muito interiormente - com algumas consequências externas - por não ter voz, hoje eu vejo que se eu tivesse tido mais liberdade em certas situações da minha vida, eu teria tomado algumas decisões erradas, muito mais do que as que tomei ouvindo conselhos anteriormente.

O Colégio Militar me ensinou (mas eu só aprendi bem mais tarde) que a ordem é necessária. A gestão participativa é muito bonita no papel, mas eu não acredito em liderança 100% democrática. A necessidade e a existência de uma liderança já pressupõe a incapacidade dos indivíduos de organizarem e dividirem responsabilidades mutuamente e em acordo.

Refletindo sobre tudo isso eu entendi a justificativa para uma atitude que tenho, que o zodíaco atribui ao meu signo, mas que talvez seja apenas resultado de tudo o que vivi e que formou quem eu sou e como vejo o mundo hoje. Eu tenho tendência a ser centralizadora em situações de grande interesse para mim. Cheguei à pessimista conclusão de que não é possível obter a cooperação equilibrada em um grupo onde há motivações em níveis diferentes. Provavelmente alguém já descobriu e escreveu sobre isso muito antes, mas agora que vivencio e tomo consciência do fato.

Assim, quando a minha motivação é muito maior, e a liderança democrática não funciona, é mais fácil eu pegar o trabalho para fazer sozinha. O problema é que quando o resultado não é satisfatório, a culpa é minha - afinal, os outros concordaram e fizeram o que foi mandado, ou eu assumi a responsabilidade total em algum momento. Isso dificulta o trabalho em grupo e tem sido tema de reflexão em minha mente com frequência nos últimos tempos.

Tudo isso tem me dado uma preguiça de discutir, de comentar, de escrever nesse blog! Sei que o sistema corrompe e me vejo como mais uma a ser levada por ele na corrente do conformismo. O que é ruim para a minha prática da escrita, pois o que me inspira na maior parte das vezes é alguma revolta interior, pessoal ou provocada pela empatia, qualidade que tento preservar e que falta nessa sociedade tão preocupada com seus próprios problemas.

Para não mergulhar na inércia a alternativa é o autoconhecimento e a mudança pessoal. Assim eu espero bem menos do outro, e acredito que a mudança e as consequências positivas sejam maiores ou mais relevantes do que no caos organizado que são os vários grupos sociais dos quais faço parte, diretivos ou participativos (mas nunca em pleno consenso da eficácia da autoridade ou da liderança), pois depende apenas de mim - ninguém é hipócrita consigo mesmo.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Depois de uma enorme xícara de chá de camomila e algumas faixas do Les Retrouvailles, ele sente-se inspirado para encarar aquelas figuras que viu poucas, mas marcantes vezes.

Imagens coloridas, outras sombrias, um traçado caótico, uma garrafa de leite, a assinatura nos olhos, um terror cômico, um pouquinho de agonia. Continuava fascinante. Ele pensa que queria um vinho, acende um cigarro.

E o que estava diante dos seus olhos, de repente não estava mais. Em meio ao comum começaram a surgir diferenças sutis e poderosas, como um filme de comédia ou uma tarde com os amigos.

Breves e longos lapsos também não ajudam, e quando ele cai em si está pensando sobre como as crianças deveriam andar sempre do lado de dentro da calçada.

Vai dormir, cansado, e sonha com castelos e diamantes e tudo o que se pode sonhar. Toma café na manhã seguinte.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

O pensamento-padrão ao abrir os olhos pela manhã e fechá-los à noite foi embora sem dizer tchau. Quando me dei conta, já era um pensamento aleatório diário, às vezes virava um sonho bom que me fazia sorrir ao acordar. Quando era um pensamento padrão não havia sorrisos, o coração ficava apertado nessas horas.

Desde que ele me falou aquele dia em Paris "if you wanna see the change, be the change", essa frase me vem à mente toda vez que começo a querer reclamar da situação. Mas e se não for possível ser a mudança?

Então chamamos o tempo de aliado, e nos unimos a ele com o objetivo de esquecer o quão pequeno somos no espaço, no tempo e no amor. E esperamos que à medida que ele passe, o pensamento aleatório diário torne-se semanal, daí mensal, daí só venha quando for chamado, sem aperto no coração e sem sonhos felizes irrealizáveis, que ele torne-se somente boas lembranças de um belo passado que ensinou que quando não podemos ser a mudança, o negócio é se conformar e seguir a vida.

sábado, 16 de junho de 2012

De saias

Por algum motivo que eu fiquei com preguiça de pesquisar no Google, nós, seres humanos, sentimos a necessidade de reconhecimento. Cada um pelo que bem entender. Por muito do que já vi disso, não existe um padrão de atividades para a descarga desta necessidade.

A melhor coisa, na verdade, é quando você não sente falta, e é reconhecido. Um elogio inesperado, um comentário diferente do padrão, mostrando que a pessoa está realmente ali, uma comparação. Ah, as comparações!

Mesmo que a comparação seja em apenas um aspecto, ela é frágil, pois sempre corremos o riso do outro não compreender. Apelidar o corte diferente e bonito do cabelo do amigo de cabelinho do Neymar pode deixar a pessoa puta, se ele não simpatizar nem um pouco com a personalidade do fulano.


Mas comparações do tipo "seu estilo de escrever/pintar/whatever lembra [fulano famoso da área dele]", "você canta como [célebre cantor, músico]", enfim, são tão bem aceitas! E quando a pessoa que te reconhece é alguém que você admira?

Claro que reconhecimentos são sempre muito bem-vindos em todos os momentos, mas pelos próximos meses minha avidez por ele já foi totalmente descartada.

segunda-feira, 4 de junho de 2012


E o tempo passa rápido, mas não o suficiente para que ela esqueça de contá-lo. Estudo, leitura, jogging, mais estudo, mais leitura, vida social x3. O cansaço vem junto com o fim do dia, a cama é o lugar das reflexões finais da jornada, ela abre uma brechinha para o coração... e ele vem com o mesmo assunto de todas as vezes.

Coisa ruim é assunto mal acabado, ele volta no primeiro momento de descuido, cria vida, tamanho, aponta o dedo na sua cara e diz: me resolve!

Coisa ruim é distância mal tomada, aquelas sem explicação, num dia você está tomando uma cerveja com a pessoa, se no outro você não puder brindar, já não é mais digno das notícias da semana.

É por isso que ela quer que o tempo passe rápido. Para que a distância inexplicável seja diminuida com o milagre do calendário gregoriano: levar com ele, a cada dia, um pedacinho dos nossos assuntos mal acabados. E que quando ela esquecer e lembrar novamente de contar o tempo, seja ela quem cresça e aponte o dedo para o coração e diga: resolvido! (E continue assim!)

Preguiçoso domingo

O céu azul claro cheio de disformes nuvens parecidas com algodão. O clima está bom tanto para ficar em casa, quanto na rua. O sol está forte, mas deitado na grama, embaixo de uma árvore, encontraria a harmonia perfeita com o ambiente.

Após doze horas dormindo, o que resta a pessoa que acorda é querer voltar a dormir. A preguiça toma conta. O clima está bom para ficar na minha cama, coberto com um lençol. Assistir uma coisa qualquer na televisão, ou um seriado ou um filme no computador, que pode fazer companhia na cama.

O que é esta coisa de estar junto que faz com que vez ou outra esses momentos não tenham a mesma graça sozinhos? Que faz com que domingos preguiçosos combinem com um ombro a sustentar a cabeça, sonecas intercaladas entre filmes antigos, e refeições exóticas preparadas para dois em uma cozinha industrial?

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Eu gostaria de ter mais tempo para dedicar à minha vida social, no sentido de manter contato com cada pessoa que eu não deveria ter deixado de falar. Mandar uma mensagem, escrever uma carta, encontrá-las em um almoço ou jantar.

A vida está cheia de pessoas especiais que marcam a nossa vida. Pessoas com as quais talvez nem tenhamos passado tanto tempo assim, mas que os poucos momentos foram intensos por algum motivo.

É impossível manter contato com cada uma das pessoas que me despertam boas, ou no mínimo interessantes lembranças. As tentativas um dia cessam com a falta de tempo e a distância, que falam mais alto que a memória.

O importante é nunca esquecer. Um dia você vai encontrar a pessoa na rua, no facebook, não importa onde, e as memórias vão voltar e despertar perguntas e respostas sobre como aqueles momentos de certa forma fizeram você ser quem você é...

domingo, 8 de abril de 2012

Upon us all, a little rain must fall

Eu gosto de comer Danete com uma colher bem pequena para o prazer durar mais. Infelizmente isso não impede que ele acabe em algum momento.

A instabilidade é vida, o problema é necessário. A felicidade de ontem adocica a gastrite de hoje. Como as horas carregam os bons momentos, as lágrimas e o sono mandam a dor embora. O botão de pause prolongaria o momento ao custo de tudo estar completamente diferente ao decidirmos apertar o play e seguir em frente. O arrependimento não rebobina a vida. A ressaca, os roxos, a fome, ou a paz de espírito e a cabeça vazia são os motivos para começar o dia rindo loucamente.

Para que colocar cada coisa em uma caixinha se tudo bagunçado faz mais sentido do que essa tentativa de escrever sobre o que eu não sei? :)

quarta-feira, 21 de março de 2012

Definitivamente mentir não é o melhor remédio, mas talvez seja possível haver um relacionamento com base no diálogo com algumas omissões. Minha tendência é achar que as omissões vão aumentar com o tempo até a conversa não ir além do clima de hoje e "meu dia foi bom". Mas aprendi faz tempo que não é necessário concordar para amar, e talvez amar seja o suficiente.


quarta-feira, 14 de março de 2012

Momento de consciência

Ultimamente tenho com frequência o que chamo de "momento de consciência". É um momento extremamente intenso quando o mundo ao meu redor pára, eu saio de mim, e tenho a total percepção de onde eu estou, com quem estou e o que estou fazendo, como se eu visse um filme da minha vida ali, na minha frente.

É inacreditável quanto tempo pode passar sem que tenhamos esses momentos de consciência. Obviamente sabemos onde estamos e tudo mais, mas estamos apenas vivendo o momento, sem perceber o impacto que ele vai causar na nossa vida.

Deve ser por isso que existe aquele ditado: "só se dá valor ao que se perde". Porque quando perdemos algo temos o momento de consciência onde vemos realmente a importância daquilo nas nossas vidas. A rotina também cega essa percepção.

Comecei a fazer esse exercício de consiência com o passado, e vi que mesmo a rotina estava recheada de fatos e pessoas importantes que fizeram vários dias aparentemente semelhantes especiais e mais felizes. Gostaria de ter visto isso antes para ter valorizado mais.

Tem coisas que a gente quer esquecer e não consegue, tem coisas que a gente quer se lembrar para sempre, e a nossa memória nos trai. O momento de consciência não garante uma memória eterna, mas define o valor de cada momento e o impacto dele nas nossas vidas.

Desde que descobri isso não quero esquecer mais nada, pois afinal de contas, tudo o que me aconteceu é o que me fez ser quem sou agora, e saber a origem e a importância dos nossos problemas ajuda a enfrentá-los (e aceitá-los também), ao invés de usá-los como justificativa para características ou comportamentos pessoais não tão valorosos assim.

Isso tem sido um grande estímulo para o alcance de certos objetivos pessoais atualmente, e um grande maximizador da minha alegria e do valor dado a cada momento vivido nos últimos tempos.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Quando digo que sou...

Estudante de administração, estagiária, estudiosa, patricinha, whatever, cada um me vê de um jeito. Muitos, de uma forma preconceituosa. Acredito que por esse motivo a brincadeira fez tanto sucesso no Facebook: as pessoas até gostam de se rotular para expressar o que são e o que pensam, mas estão cansadas de julgamentos errados sobre qualquer um desses rótulos.

E aí vem um babaca e coloca um rótulo bem grande na ilustração. Enche de opiniões maliciosas e preconceituosas, e no quadro "como eles acham que são", faz uma representação completamente equivocada sobre o tal grupo, expressando uma idéia antiquada e deturpada sobre quem são essas pessoas de verdade, se escondendo atrás da hipocrisia gerada pela defesa da "liberdade de expressão".

Depois dessa, eu acho que opiniões burras e carregadas de preconceito deveriam ser censuradas, sim. As pessoas precisam aprender a se informar, a respeitar o próximo, deixarem de ser preconceituosas e principalmente a parar de julgar os outros.

E eu preciso parar de assinar atualizações de pessoas que acham que a moral do filme Tropa de Elite é um policial batendo em um maconheiro.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Alterado

Infelizmente tem pessoas que eu nunca vou saber quem são de verdade. Porque o que vejo é uma personalidade alterada por uma "mente feita", o dia inteiro. O pior é quando a pessoa depende das influências, e não é ninguém sem elas...

Usar camisinha, baixar o volume após as 22h, não pegar no volante após dirigir...  O que quero dizer é: sou liberal com muitas coisas, mas acredito que até a diversão tem que ter limite, principalmente quando ela altera ou pode alterar a vida do outro, ou pior: a sua própria vida.

Não adianta pregar eternamente a tolerância e a legitimação, a mente das pessoas não vai abrir enquanto essas coisas não acontecerem.

domingo, 8 de janeiro de 2012

"Agora sente aí e pense sobre o que você fez!"



Mas... e se ela não se lembra sabe exatamente o que foi que ela fez?