domingo, 13 de outubro de 2013


Hoje em dia nem o peru morre de véspera, mas de vez em quando a gente morre bonito. São tantos sonhos, planos, expectativas para acomodar, que na hora do planejamento acaba batendo a ansiedade no momento dos prós e contras de cada situação.

Planejar é importante justamente para reduzir as possibilidades de erro, o que significa que muitas vezes aquela grande ideia pode ser ruim e tenhamos que mudar de planos.

Em algum momento indefinível e particular de nossa existência aprendemos isso, porém independente desta consciência sempre vai doer dizer um não, nunca mais ou até logo...

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Coincidências e sonhos

No lugar onde trabalho ser multitarefa não é um diferencial, e sim uma necessidade. Com clientes na mesa, à sua volta ("licença um minutinho, é só uma informação"), colegas tirando dúvidas, telefone que não para o tempo todo, não dá para fazer uma coisa de cada vez.

Por isso já estou acostumada a conversar com os clientes enquanto faço anotações, preencho fichas e assino documentos, e tudo sempre dá bem certo. Mas semana passada fui datar três folhas cujos documentos conferi com o original, um atras do outro, e escrevi a data (3/10/13) corretamente. Ao passar para o segundo documento escrevi 3/8/10 e segui para o terceiro que também escrevi corretamente.

Ao conferir o procedimento notei a falha, e logo risquei e substituí pela data certa, porém a outra data não me saiu da cabeça: 8/10, esse ano uma terça-feira. Não que eu seja muito supersticiosa, mas algumas situações são estranhas demais para não notar.

Para melhorar a situação, na noite de ontem para hoje (o grande dia misterioso) tive vários sonhos estranhos. Talvez por influência de algo que vi ou dos florais que comecei a tomar, tive diversos sonhos variados sobre acidentes de carro. Confesso que o tema já estava em minha mente nas últimas semanas, pois ouvi algumas histórias, mas em nenhum dia cheguei a sonhar com isso.

Foi muito ruim. E parecia que lá no fundo eu sabia que estava sonhando, e ao final de cada história eu pensava como na terça dia 8 eu não deveria pegar no carro, talvez até avisar meus pais para tomarem cuidado, e outras coisas insanas do tipo.

O dia chegou e eu tratei de afugentar os sonhos da mente logo cedo, pois tinha muitas coisas para resolver com o carro. Consigo ser uma mestre da ignorância seletiva quando preciso focar em alguma coisa. Obviamente pedi a Deus antes de sair de casa que me protegesse, assim como a minha família e todos os amigos. E prestei atenção dobrada.

Acaba-se o dia e nada de diferente aconteceu, que eu tenha reparado. Que bom. É engraçado como algumas coincidências inexplicáveis mexem com a nossa mente e influenciam nossas atitudes. Gosto de saber que os sonhos ruins na maioria das vezes não se realizam. Às vezes eles só existem para nos deixar mais alertas nessa vida...

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Picuinha

Já fui de ficar brava e demonstrar, fazer ceninha - mentira, cena grande mesmo - em lugar público, felizmente não durante muito tempo em minha vida. Mas algo que eu nunca fiz foi colocar pessoas no meio que nada tinham a ver com a minha falta de controle emocional nesses complicados momentos.

Hoje em dia costumo dizer que não compro nem as minhas próprias brigas, afinal evito ao máximo qualquer tipo de conflito no trabalho, em casa, com amigos, desconhecidos ou qualquer pessoa que cruze o meu caminho. Certamente tenho um nível de paciência que se esgota eventualmente em situações fora do comum, mas evito fofocas e intrigas de todos os tipos.

O fato é que uma cliente esperta - só que não - que estava em processo de separação e estava na minha frente com seu ex marido, resolveu fazer algo muito errado. Eela foi esperta o suficiente para conseguir boa parte do que queria, mas sua besteira não demorou muito a ser descoberta.

Achando que tinha poderes divinos para criar uma situação, ao ser questionada alegou que eu a induzi a cometer o crime. E o ex marido acreditou e foi tirar satisfação no meu trabalho. Eu somente ri quando fui indagada sobre a situação, mas apesar de não ser uma coisa muito inteligente a se fazer, ele queria registrar também o meu nome no boletim de ocorrência que teria que fazer contra sua ex mulher para resolver a situação.

Acredito que a pergunta foi um double check, pois minha postura ética não é questionável ao meu ponto de vista, afinal de contas eu nunca falaria o que a pessoa disse que eu falei, em nenhuma situação, e muitas pessoas concordariam comigo. Enfim.

É verdade que tem gente que está passando por essa vida só para fazer confusão na vida dos outros? De graça?

Ou será que as pessoas se diverte com isso? O "tombo" alheio compensa? A pessoa é bem mal resolvida?

Independente do motivo, esse tipo de atitude na minha opinião é muita falta do que fazer com a própria vida, e certa falta de amor próprio. Há coisas interessantíssimas para se fazer. No caso que contei haverá consequências jurídicas, que felizmente não chegarão à mim.

Não invente picuinhas na vida dos outros. É chato e faz mal.

sábado, 25 de maio de 2013

Essa noite eu sonhei que estava em um parque de diversões. Eu não sei "o que eu tenho" com parques de diversões, mas sinto uma felicidade inigualável quando estou em um, e vez ou outra sonho com eles. Essa noite eu estava no Hopi Hari com a minha irmã, e estávamos muito felizes pois ela já tinha altura suficiente para ir em quase todos os brinquedos. =)

Acho que nunca escrevi aqui sobre a minha viagem para os Estados Unidos com minha família em 2011, mas fui em alguns poucos parques por lá. Chorei quando cheguei nos portões da Disney. Esses parques são uma das maravilhas da criação do homem.

Eu na Disney em 2011, foto tirada pela minha irmã de 9 anos *.*

Não tenho dúvidas de que ainda não superei não poder ir nos brinquedos na última vez que fui ao Hopi Hari, no início desse mês; pois tenho tido sonhos recorrentes com parques de diversões. E muitas vezes eu chego a pensar que a brincadeira agora é diferente. O que não tem nada a ver, pois cada um tem sua fonte preferida de adrenalina em todas as idades. Ano que vem eu chegarei cedo no parque para aproveitar como gente pequena, e só depois como gente grande.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Um passo de cada vez e a gente acaba se entediando de algumas coisas na vida. Os planos, sonhos, aspirações, esperanças e por fim o interesse perdem-se no caminho do desenvolvimento de um emprego, de uma meta difícil demais, de um curso, uma etapa, um relacionamento.

Não questiono muito as dificuldades, mas às vezes a jornada em direção ao objetivo é tão longa que em vários momentos a gente olha o caminho percorrido, o caminho a percorrer e pondera seriamente sobre continuar ou desistir.

Depende do objetivo, ou se a jornada é justamente para descobrir o que tem do lado de lá. Em poucos casos, ir devagar pode ser ainda mais estimulante e agradável...

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Crise

Anda Carolina, escreva. Faz bem. Te alivia. Tem tanta coisa para falar! Você pode escrever sobre aquele amigo que começa a namorar e some, sobre o amor ao trabalho, sobre o emprego velho e novo, sobre como um monte de coisas não são justas nesse mundo, sobre um tantão de coisas bonitas nesse mundo.

Só larga dessa preguiça de escrever. Que te faz bem escrever um pouco. Que faz mal guardar algumas coisas dentro da cabeça, que nas inconsistências você às vezes enxerga uma luz.


Eu sempre gostei de escrever. Mas de vez em quando fico emburrada com minhas próprias ideias e dou um tempo. Ainda dá tempo de incluir uma resolução de ano-novo na lista, né? Que eu escreva mais no meu blog esse ano. Não importa se faz ou não sentido, se alguém desconhecido ou muito próximo lê e encontra o que queria ou não.

É uma besteira essa crise virtual de ter ou não um blog. É que hoje eu respondi uma pesquisa sobre minha utilização da internet e meu conhecimento sobre a captura de informações pessoais online e outras coisas do gênero. Respondi que sei tô sabendo, e não tô nem aí.