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sábado, 3 de novembro de 2012

Rendeu um post

É engraçado como podemos passar horas conversando com algumas pessoas. E como há pessoas com quem não conversamos mais que alguns minutos ocasionalmente, mas cujos diálogos são profundos e nos fazem pensar. Minhas conversas mais profundas quase sempre rendem um post.

Infelizmente a comunicação está banalizada, e com frequência sou taxada de anti-social ou de metida e ainda de chata, por não corresponder a certas expectativas de contato com as pessoas com quem convivo. Mas para mim, a comunicação precisa fazer sentido e acrescentar valor às duas partes.

Acrescentar valor numa conversa pode acontecer de várias formas, desde o aumento do conhecimento, com o compartilhamento de experiências, ou um ponto de vista diferenciado que gera reflexão, ou ainda mesmo o entretenimento e diversão gerados pelo papo.

Acontece que a Carolina não se atrai nem se prende nem se importa com conversa fiada, amenidades, puxação de papo que já indica que não dá em lugar nenhum. A comunicação tem que ir além da conversa, tem que gerar conhecimento, unir as almas. Se não for assim, prefiro me limitar à convivência e me dedicar mais à introspecção que a interação.

É lógico que essa atitude separa e limita muito as pessoas com quem converso. E fortalece ainda mais a minha imagem de metida, séria que não conversa com ninguém. Nenhuma explicação vai mudar a forma com que certas pessoas me enxergam, é claro.

Mas da mesma forma que não dá para ter uma comunicação agregadora com todos, também não dá para ficar perdendo tempo com conversas que não levam a lugar nenhum, em certos momentos da vida não posso me dar a a esse luxo. Obviamente tenho amigos com quem converso mais sobre futilidades, me divirto e tudo mais.

Talvez um dia eu mude e tenha menos preguiça de me relacionar com as pessoas além do meu círculo seleto de amizades. Por hora, há uma barreira invisível que limita alguns relacionamentos mais profundos - só quem vence essa barreira sabe que do lado de lá tem um mundo além de conversas que rendem um post.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Eu esperneiro, xingo, choro, brigo contigo, acho que você está me maltratando. A pureza da sua sinceridade dói porque além de tudo, a maioria das vezes, você tem razão.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Essa distância


O curso natural da situação é sempre aparecer do nada, interromper com um comentário sem sentido e um sorriso maroto pedindo desculpas discretamente, depois uma leve risada e a célebre abertura: "Tudo bem, meu bem?".

Em milésimos de segundos passam incontáveis respostas e possíveis enredos para aquela novela, e talvez por isso não consiga dizer mais do que "Sim, tá tudo bem". Vez ou outra uso um ótimo ou um de boa, para variar.

O abraço apertado regrediu para um aperto de mão que regrediu para uma pequena troca de olhares que mal dizem boa noite.

E essa distância é a mais dura que existe: a distância espiritual e psicológica que formam um buraco no peito mas que em nada se relacionam  com a distância física. A pessoa está ali, ao seu lado, mas o desconforto, a falta de jeito, o embaraço, um pequeno medinho, criam um buraco.

E esse buraco está tão, tão grande que uma singela aproximação se traveste de risco, e uma boa ação de cavalheirismo dá lugar a pensamentos confusos.


Essa distância não é fácil de suportar, mas a distância física deve e vai ajudar a fazer todo esse climão sair até da memória e essa melancoia passar. E uma rápida troca de olhares que valem ou não um boa noite ser a principal comunicação, sem rancores, de ambos.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

"Cada curva do cérebro tem um nome!"

Foi um dos importantes motivos para ele ter deixado de lado a opção medicina na escolha do vestibular. Além disso, ele já quis cursar psicologia. E filosofia. Acabou optando por engenharia de redes.
"Cada equipamento tem zilhões de atributos com nomes complicados."
 
Ela também gostava de psicologia, mas "talvez para o futuro" - dizia. Mas já quis relações internacionais e jornalismo. Nada na área de saúde, não mesmo. Hoje cursa administração e ainda não entrou em crise.
"Cada movimento que uma pessoa faz tem uma possível análise psicológica."
 
Ele cursou dois anos de administração. Aprendeu os 4 P's, algumas noções de contabilidade e muito sobre como empreender. Mas largou e escolheu gastronomia. Já até vendeu marmitas feitas por ele (não ele, um vendedor que ele contratara - fez a gastronomia virar business!) como fonte de renda.
"Cada método de cozinhar tem um nome em pelo menos duas culturas diferentes, igualmente importantes."

Qual é o meu ponto? Dentre tantas opções atraentes ao nosso alcance na vida, às vezes é necessário passar por períodos de dúvida, que testarão a intensidade do seu amor por cada uma delas. São momentos difíceis, pode demorar, mas acontece.

Isso tudo é que definirá qual lista de coisas você vai escolher decorar. E você vai conseguir montar o quebra-cabeça.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Cansada de pessoas evasivas...

- Eu não acho Harry Potter um livro infanto-juvenil, mas de qualquer forma, eu li quando eu era adolescente.
- Que... foi há... o que? Dois anos atrás?

Confesso que o ataque aos meus modestos 20 aninhos me pegou de surpresa, afinal eu tinha acabado de conhecer a pessoa sem tato que falou isso. Quase me ofendeu, mas não. Ali estava uma pessoa sincera.

Meus hormônios em ação em dias posteriores a longas noites de insônia tem me causado irritações ultimamente, e uma irritação especial com pessoas evasivas.

Eu gosto de ter as coisas definidas, e bem definidas. Odeio estar "de mal" de alguém e gosto de resolver tudo logo, mesmo que dependa horas de discussão. Eu não entendo porque tanta gente vive fugindo dos problemas de relacionamento, se escondendo atrás de máscaras com um sorriso padrão ou de desculpas esfarrapadas.

Isso tem me causado uma gastrite que ninguém faz idéia, e eu decidi que a partir de hoje vou parar de correr atrás de algumas pessoas, porque eu cansei de me desgastar.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Pára de me maltratar!!!

Não adianta falar, mostrar, discutir, brigar, te bater. Admita ou não, você mudou. Queira eu ou não, terei que me acostumar com sua nova personalidade. Mas se além de chato você continuar com essas pedras nas mãos, tenha certeza que eu não serei a única a me afastar.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Them

Ele não me deixou postar no Facebook, mas aqui é o meu espaço, não tem como ele reclamar! =D

Eu fiquei brava porque eu estava toda amorzinho, inspirada para escrever uma super homenagem para eles, e ele veio me cortando, dizendo que tínhamos que tirar uma foto "mais bonita". Mas o legal dessa foto é exatamente a espontaneidade, nossas caras de bêbados felizes que não tem nada para fazer no sábado (o que não era exatamente verdade, né).

Eu só queria mesmo dizer que vocês são parte muito importante e especial na minha vida, Fred e Cainã!

Da esqueda para a direita: Cainã, Carol (yeah, meu cabelo está levemente rosa) e Fred, na festinha mais estranha que já dei na minha casa, dia 12.03.10 (coincidência ou não, amanhã completam 7 meses!).

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Vou postar algo que estava nos rascunhos do meu e-mail desde o dia 29 de novembro de 2009. Hoje nem tudo faz tanto sentido, mas explicarei.

"Quer saber como me sinto a respeito das segundas-feiras?

Sinto como se tudo estivesse começando denovo. Como se fosse novamente meu primeiro dia de trabalho, meu primeiro dia na faculdade, meu primeiro dia de amizade com você...

E eu sinto medo.

Medo de que tudo tenha mudado de sexta pra cá, medo de que as pessoas tenham esquecido as coisas boas que aconteceram na semana anterior, medo de que tenha acontecido algo no fim de semana, que eu ignore, mas que mude totalmente o meu destino...

E eu me sinto totalmente insegura com tudo isso, como se os cinco dias que passei construindo algo sejam destruídos em dois míseros dias que saí da minha rotina."


Hoje o meu medo se refere mais especificamente ao fim de semana. Dois dias para sair com três ou quatro grupos, preocupações infinitas sobre se estou agradando a todos. Medo de que um furo ou uma saída separada de algumas pessoas mude o relacionamento por completo.

Mas segunda está aí para provar que as amizades não acabam por uma balada perdida, e que as preocupações vêm do ócio e da depressão-pós-fim-de-semana-quase-perfeito. ;)

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Amigos

Eles são de todos os tipos e na nossa vida, cada um tem a sua função.

Tem aqueles que já são quase irmãos, que te enchem o saco mas te amam incondicionalmente e estão sempre do seu lado.

Há os que só te alugam, podem passar três horas falando com você enquanto você só responde "um-hum" e "entendo", e dizem no final da conversa que demos a ele uma grande idéia ou conselho.

E os que te ouvem eternamente, mas não falam nada.

Todos temos aqueles amigos de bons momentos, com os quais até fazer nada se torna especial.

E aqueles que não compartilham muito a vida pessoal - sua e dele -, mas são ótimas companhias para diversão.

Temos sempre algum amigo cuja intenção - nossa, dele, ou de ambos - é algo a mais, mas a amizade também é boa.

E aquele "mais especial", o melhor amigo, que costuma ser a junção de todos os tipos de amigo: ele te ouve, fala, fica do seu lado embora implique com você, divide momentos especiais ao seu lado, é a melhor companhia na balada e de vez em quando te dá uns pegas.


E essa postagem é para dizer o quanto eu valorizo cada um de vocês, amigos, e seus papéis na minha vida. Espero ser para vocês tão importante e especial como vocês são para mim!

terça-feira, 3 de agosto de 2010


Ela é ciumenta. Ama suas coisas e não as divide. Prefere ter o seu a ter que compartilhar com os outros.

Ela é possessiva. Suas amizades são escolhidas a dedo. Seus amigos são divididos em grupos que nunca se encontram. Ela é uma pessoa diferente em cada um desses grupos. Vida tripla, eu diria. Três máscaras, uma original. Quatro grupos.

Ela não gosta de dividir nem os amigos. Acha que cada um tem que ter o seu. Não pode simplesmente inserir alguém em um de seus grupos - prefere criar um novo com aquela pessoa.

Isso reflete uma grande fraqueza. Medo. Instabilidade. E ausência de auto-confiança, pois seu medo se baseia em perder a posição de controle que possui em cada grupo por misturá-los. Não ser a mais importante. Não estar no centro.

Mas o tempo para vida social dela não permite que ela separe assim tão bem os grupos e aproveite da mesma forma com todos. Ela arrisca misturar. Enfrenta o medo. E a confirmação de um novo laço, que ela não previra e que não tem explicação a atinge como um soco no estômago.

O que ela mais odeia acontece. E ela não vai deixar acontecer denovo. Ela não divide seus grupos a toa. Ela tem medo que seu lado sombrio de cada máscara apareça nessa junção. Ela não vai arriscar novamente perder o que conquistou, ainda mais dessa forma.

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Ela precisa mudar seus conceitos. Crescer, amadurecer. Adquirir a tal da auto-confiança e tirar as máscaras. Porque com essas atitudes, quatro grupos podem cair para nenhum, e ela não vai aguentar ficar sozinha. Ela deve pensar nisso...

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Otimismo, sempre

Comemoro, neste momento, a quarta postagem seguida do meu blog sem conteúdo depressivo, melodramático ou com as minhas confusões do dia-a-dia.

É incrível como os momentos da nossa vida afetam nossa disposição para quase tudo. Para sair, ver gente, os programas que fazemos e, no caso de nós que temos blogs, o que escrevemos.

Mas não adianta escrever sobre nossos problemas, se isso só os alimenta. Percebi que este mês quase não postei nesse blog. O que eu estava fazendo esse tempo todo? É simples... quanto mais eu postava, mais eu sofria. Quando parei de ficar na internet olhando orkuts, emails antigos e sofrendo, e fui viver minha vida lá fora, ver meus amigos, me divertir... tudo passou!

Passou, não. Mentira. Mas está passando. Às vezes é bom a gente se distanciar dessa vida virtual e ver um pouquinho a luz do dia. Eu descobri pessoas que gostam de mim. Conheci pessoas divertidas. Aproveitei minhas duas últimas semanas de férias e fui feliz como não tinha sido desde que meu relacionamento minhas aulas acabaram.

Agora minhas aulas de francês voltaram, segunda-feira começo o quarto semestre de administração (sim, no final do ano completo metade do meu curso!), quinta-feira que vem vou para São Paulo e vou deixar todos os meus problemas naquela cidade. Vou esquecer de tudo, vou aproveitar os quatro dias que vou passar lá.

De volta à minha cidade, faço minha cirurgia de pedra na vesícula em um dia que três anos atrás, e para o resto da minha vida vai significar algo para mim: 11 de agosto. Vou resolver minha maior pendência e não vou sofrer como eu sofreria se estivesse consciente neste dia.

Depois, é só ir ajeitando aos pouquinhos a vida. Durante a recuperação vou ver quem realmente se importa comigo. Depois dela, vou procurar um emprego e cuidar de mim e das minhas amizades - que tem sido tão importantes nesse momento!

E manter o otimismo, sempre. A vida se acerta um dia. Pensamentos negativos só atraem situações negativas, e eu não quero isso para mim. E podem puxar minha orelha se eu começar a ficar deprê demais aqui. Me mandem ouvir Belle and Sebastian a tarde toda, ir comer horrores com os amigos numa sexta-feira (né PV?) e olhar para o futuro que eu vou construir. Ele é promissor.

domingo, 13 de junho de 2010

10 anos

Fomos da igreja aos botecos mais copos-sujos de Brasília. Passando por algumas festinhas particulares no(s) meu(s) apartamento(s), shows bons e ruins, papos até altas horas, almoços de conversas sérias...

Superamos os vasos sujos de vômito, julgamentos errados, conselhos dados sem pedir, brincadeiras nojentas e ainda fizemos nossos parceiros se entenderem!

Sobre isso, aliás, eu vi no primeiro dia que foi amor à primeira vista. Vocês sempre tiveram muito em comum, e eu não podia deixar essa amizade passar em branco, eu precisava compartilhar com ele.

E hoje, dia de tomar decisões, eu decido abdicar estes quase 10 anos por dois motivos: vocês precisam mais um do outro do que de mim, e eu já não tenho mais nada a oferecer - a não ser, talvez, um nojento suco de porco! E que vocês completem mais do que 10 anos, amigo!

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Aqueles dias que você quer ser o dono do mundo, ser podre de rico, poder fazer o que quiser sem ter que se preocupar com as consequências...

Um dia que eu queria ter alguém do meu lado de manhã mas não tive, uma tarde livre sem o stress de um trabalho inacabado que deve ser apresentado em algumas horas, uma noite sem cinquenta olhares em você - enquanto você fala a baboseira que inventou em algumas horas da tarde, se lamentando -, um fim de noite com muita tequila na companhia dos amigos.

Ultimamente não tenho sonhado, talvez porque tenha vivido intensamente minha vida. Nas duas últimas semanas, vivi muito do que não tive em vários anos de vida. Chorei, sorri, me diverti, viajei, estudei, fiz alguém feliz, perdoei quem me fez mal, aproveitei cada minuto como se fosse o último.

Não sonhar nos livra de preocupações. Nos liberta da vida real, dos problemas, dos planos para o futuro...
Viver intensamente o presente sempre deixa aquele gostinho de quero mais - e a vontade incontrolável de ser rico, para comprar alguns minutos a mais dessa vida real tão boa, que mais parece um sonho.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Crua

Poder ser tanta coisa. Medo, insegurança, ou mesmo falta de vontade. Eu bem que queria que agora fosse o momento certo. Mas agora é o momento certo mesmo é de colocar a casa em ordem, as contas em dia e lavar as roupas sujas... Colocar tudo no eixo, sabe?

Apesar de tudo que vivi, ainda me sinto crua em muitos sentidos. Ainda tenho tanto que aprender... O fato é que ainda não sei lidar com essa situação, e só posso te pedir paciência, pois não quero perder o que conquistei contigo até hoje.


segunda-feira, 31 de maio de 2010

"Ciúmes...

...não é sentimento de posse, é sentimento de exclusão."

Concordo plenamente, e afirmo que estou me sentindo completamente excluída.


[PV, always reading my toughts!]

terça-feira, 25 de maio de 2010


Eu realmente odeio quando alguém manda, abusa, obriga, manipula ou controla meus amigos.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Influência

Quando crianças, até certo momento das nossas vidas, o nosso comportamento é totalmente formado pelo que aprendemos com nossa família. Um pouquinho mais velhos, começamos a ir à escola e a ser influenciados pelas atitudes dos nossos colegas, e por aí vai...

Tenho algumas amigas com quem convivo desde os 10 anos. É incrível como elas se parecem comigo! Nossa personalidade foi sendo construída ao mesmo tempo, e influenciamos umas as outras nesse processo. Adoramos ler, queremos conhecer outros países e pensamos da mesma forma sobre muitos assuntos polêmicos como política e religião.

Mas à medida que vamos nos afastando do nosso grupo principal de influência, como me afastei dessas meninas, vamos sendo influenciados por diversas pessoas e situações que nos deparamos na vida. Minhas amigas hoje adoram dançar e estudam dança juntas. Como eu não estava próxima delas na época em que isso se determinou, não tenho esse interesse em comum.

Em contrapartida, aprendi a beber cerveja, a frequentar festas de música eletrônica, a apoiar certas causas e muitas outras coisas, com pessoas que não necessariamente foram minhas amigas, mas que deixaram sua marca na minha vida com as novidades que me apresentaram.

E falando de música eletrônica, creio que passei mais de quatro meses ouvindo músicas internacionais, a maioria anos 80, que eu adoro. Nas festas, as mesmas músicas de sempre. Em casa, The Smiths, The Cure, New Order e por aí caminhava...

Um amigo meu que só ouvia música eletrônica (pelo menos nos últimos 6 meses, posso garantir) e que é dj, foi fazer uma festa sexta-feira, onde o contratante pediu que ele tocasse apenas MPB. Ele acabou descobrindo e relembrando várias músicas que ele gosta, e gravou um CD.

Andei no carro dele sábado e me surpreendi com o que ouvi. Domingo, a mesma coisa. MPB no carro do JL!

E qual não foi a minha surpresa ontem ao perceber minha tão frequentada pasta "músicas preferidas internacionais" estava jogada às traças! E que desde segunda eu só tenho ouvido música brasileira...

Já hoje, num blog, li um trecho de uma música da Legião Urbana, e não consegui ouvir outra coisa até agora.


As influências são parte muito importante da nossa vida. Podem fazer mal (como vemos, por exemplo, jovens sendo influenciados por amigos a praticar crimes ou usar drogas), mas podem também reavivar sentimentos e lembranças dentro de nós que nos trazem de volta a essência do que é realmente importante.

Um obrigada especial ao JL por ter me lembrado da bela música popular brasileira! :)

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Move along



Eu adoro a letra dessa música, e especialmente hoje ela fala comigo. Veja.

Não adianta porcaria nenhuma ficar sofrendo por causa do passado. Eu aprendi isso na marra, entrando em depressão por causa dos meus traumas e porque não me livrava do vício que muitos ainda têm, que é o da autopiedade. Parei de fazer o que gostava, parei de fazer o que era necessário para o meu crescimento e o resultado foi quase um ano perdido de vida, em termos de aprendizado racional e psicológico.

Pare de olhar para si mesmo só vendo os pontos fracos, você sabe que no fundo você não é assim, que pode muito mais. Vá em frente, supere os seus traumas, problemas, desilusões amorosas e "toque" sua vida. Não tente justificar os seus comportamentos com base no seu passado, pare de se fazer de coitado e enfrente seus medos.

Que lógica uma pessoa usa, ao pensar apenas nos objetivos que não conseguiu alcançar, a cada aniversário que passa?! Eu, a cada ano que passa, faço uma resolução de ano-novo (2010, aqui), na qual eu penso sim no que não fiz em um ano, mas colocando como objetivo para o ano que chega, um objetivo que eu vou perseguir acima de tudo.

Na pior das hipóteses, vou analisar cada boa ação que fiz, cada momento bom que passei no último ano e lembrar de cada coisa boa que me aconteceu. Ninguém tem uma vida tão desgraçada assim que só tenha coisas ruins para lembrar; isso é uma escolha sua.

Então tome uma atitude, como diz a música, siga em frente. Conquiste seu lote definitivo no meu coração cuidando de si mesmo, me dê motivo para me orgulhar. Dê um rumo na sua vida, supere seus traumas, cresça. Talvez, quando tudo isso acontecer, você veja que eu não sou tão importante na sua vida quanto você acha que sou. Trace metas e se mexa. Você está parado porque quer.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

"Quem somos nós para dar opinião na vida dos outros, principalmente quando a nossa vida também está precisando de um rumo?"

Eu sinto medo quando falo o que te falo. Medo de você me odiar seja por falar a verdade ou por me meter onde não fui chamada e confundir tudo. Medo de te magoar, de te fazer pensar em coisas que ficariam melhor escondidas no seu inconsciente. Medo...

Mas por mais que você concorde com a primeira frase dessa postagem - e deve concordar, pois foi você quem me disse -, eu quero que você saiba que eu adoro os seus conselhos, mesmo que eles doam - e como doem, as vezes!

E vou estar sempre aqui para te ouvir, mesmo que eu só sirva para isso e não fale mais nada. Quero que você continue a contar comigo e a me ver como sua amiga, apesar de tudo.

Não foi fácil aprender a gostar de você, pessoa. Mas agora que consegui, não vou desistir fácil - anote.

sábado, 24 de abril de 2010

Esta noite eu nem dormi, portanto, impossível ter sonhado.

Vi o sol nascer no aeroporto, um dos lugares que mais amo nesta cidade, e às 8 da manhã meu corpo já não aguentava, mas meu espírito queria mais...

Ir para um lugar onde você pode ligar o foda-se e não se preocupar com absolutamente nada, poder desligar o celular, não precisar beber para se divertir, fechar os olhos e curtir e esquecer do mundo e seus problemas é impagável e lava a alma.