terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Sapatilha rosa

Dia desses eu sonhei que me casava. A foto não é a mais apropriada, no meu sonho, eu usava sapatilhas. Sapatilhas pink. Lembro que pensei: "tanto faz o que estou calçando, o vestido vai tampar".

Ao escrever essa postagem, lembrei que sábado fui a uma loja de sapatilhas, e encontrei exatamente a sapatilha do meu sonho, mas não liguei os fatos no momento.

Os sonhos que eu lembro estão ficando cada vez mais raros...

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Alterado

Infelizmente tem pessoas que eu nunca vou saber quem são de verdade. Porque o que vejo é uma personalidade alterada por uma "mente feita", o dia inteiro. O pior é quando a pessoa depende das influências, e não é ninguém sem elas...

Usar camisinha, baixar o volume após as 22h, não pegar no volante após dirigir...  O que quero dizer é: sou liberal com muitas coisas, mas acredito que até a diversão tem que ter limite, principalmente quando ela altera ou pode alterar a vida do outro, ou pior: a sua própria vida.

Não adianta pregar eternamente a tolerância e a legitimação, a mente das pessoas não vai abrir enquanto essas coisas não acontecerem.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

"Vai amassar minha blusa social!"

Eu ainda não tenho carteira de motorista. Por uma série de motivos, comecei o processo somente no final do ano passado, na última turma do ano. Tive que aguardar cerca de um mês entre o fim das aulas até a prova teórica, que fiz hoje.

A primeira parte do meu processo de formação foi turbulento, com direito a mal-estar durante a aula de primeiros socorros e uma crise de choro rápida, escondida no banheiro da auto-escola, o que revelou a minha fraqueza com assuntos psico-fisiológicos. Mas aprendi bastante com um professor, que também é bombeiro, muito inteligente e comunicativo, e dei boas risadas em aula.

Estou enrolando para chegar ao ponto (como sempre, achando que preciso me justificar). Eu não sei se é porque eu não consigo ver certas coisas por iniciativa própria (um acidente, uma cena de violência ou assassinato na televisão, etc) e tenho medo até da possibilidade de passar por essas situações, mas eu acho inadmissível uma pessoa se expor ao risco de dirigir sem o cinto de segurança.

As pessoas sabem que o cinto pode salvar vidas. Estudam sobre isso na auto-escola, ouvem casos e casos com essa situação, as vezes até passam por ela. Qual a justificativa para a brincadeira: "o cinto não combina com a minha roupa"? Sinceramente, não entendo.

Apesar de não entender a postura, morrer de medo e não concordar, às vezes fico calada e não peço para os colegas do carro colocarem o cinto, embora sempre reclame quando não tenho o meu. No carro de amigos, falo até eles colocarem ou ficarem chateados comigo.

Quando eu tiver o meu carro, só darei partida depois que todos estiverem seguros. Ainda faltam as aulas e a prova prática e Brasília ganhará mais uma mulher ao volante, uma garota certinha no trânsito que está aprendendo que nem todo mundo é consciente. Espero as minhas experiências e consequentes decepções com o trânsito - pois sei que ele está longe de ser como eu gostaria que fosse - não mudem minha opinião.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Ansiedade nos sonhos

Daqui a exatamente um mês eu viajo, e a ansiedade começa a querer aparecer.

Hoje quando entrei no facebook, uma das primeiras postagens que curti foi de uma prima, que diz: "Sonhos, quando são bons, são ótimos! Quando não, ai que dia!!!" Mais tarde, um colega do trabalho disse que havia sonhado comigo. No sonho, eu estava precisando de ajuda e ele tentava me ajudar. Ele disse que não sabe o que era, mas lembra da angústia de ambos.

Então eu me lembrei. Esta manhã (sim, os sonhos que eu costumo lembrar acontecem pela manhã) eu sonhei que voltava da viagem que fiz para Israel, e um ônibus deixava uma companheira de viagem na casa dela, no sul do país (acho que ela mora em Porto Alegre, mas não tenho certeza). Por algum motivo, eu desci e fiquei na casa dela, pois pegaria um vôo mais tarde para Brasília.

As horas se passaram e em certo momento fui conferir o horário do meu vôo, e vi que ele não saía da cidade da minha colega, e sim do Rio de Janeiro. Entrei em desespero, repetindo que não sabia como eu tinha imaginado que o vôo sairia daquela cidade, e não sabia o que fazer, já que seria impossível chegar ao Rio antes do vôo partir. Acordei com um aperto no coração, mas aliviada.

Eu sou uma pessoa ansiosa, mas um mês de antecedência? Tenha dó, minha querida mente. Que tenha sido só hoje, porque depois desses sonhos, como diz minha prima, "ai, que dia!".

domingo, 8 de janeiro de 2012

"Agora sente aí e pense sobre o que você fez!"



Mas... e se ela não se lembra sabe exatamente o que foi que ela fez?

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Acendendo as velinhas


Nesta quarta tentativa de postagem sobre o meu aniversário, chego à conclusão que o meu problema para escrever se deve ao título da postagem, pois a expressão na realidade é "apagando as velinhas". É por isso que tento colocar um título depois que já escrevi. Não me limita.

Mentira. É difícil colocar a culpa em mim mesma, que - talvez por ter idealizado demasiadamente o dia-de-completar-21-anos - simplesmente não consigo chegar a um consenso comigo mesma com relação aos fatos e reflexões sobre a data. Além disso, estou cansada dessa rasgação de seda que é o final e início de cada ano.

Foi um dia diferente, mas verdadeiramente feliz.
E que venham os nightclubs e as cervejas internacionais, porque agora posso fazer isso mundialmente! =D

domingo, 1 de janeiro de 2012

Ano novo

E mais uma vez, um ano acaba e outro começa, trazendo reflexões, conclusões, promessas, esperança e um pouquinho de arrependimento. O que dizer de 2011? Foi um ano de ajustes, descobertas, realizações, superação. Errei muito, mas consertei erros importantes e cresci bastante como pessoa.

O que posso esperar de 2012 além do atingimento dos meus objetivos, é que supere o ano que passou e seja melhor ainda. E que cada ano que vier seja, cada um na sua vez, o melhor ano da minha vida. =)

Feliz 2012!