Por mais que pareça perda de tempo, os relacionamentos fracassados sempre nos ensinam muitas coisas. É que gostamos de mentir para nós mesmos e cometer os mesmos erros, mas se analisarmos bem, encontraremos esses padrões e talvez evoluiremos para relacionamentos melhores.
O que percebi na minha vida amorosa recorrente é a idealização da pessoa amada em vários sentidos. Criada com valores cristãos e monogâmicos, com pais casados há séculos, eu tendo a achar que vou encontrar alguém para a vida toda, quando na verdade, lá no fundo eu acho que essa pessoa não existe.
Ainda assim, quando encontro alguém com interesses em comum e que me faça feliz, começam as ilusões, que muitas vezes também é alimentada do outro lado. E eu cometo o erro de colocar minha felicidade na mão dessa pessoa.
Não que seja algo premeditado e sério assim. E isso acontece em muitos relacionamentos, não é a toa que as pessoas param de sair, se afastam dos amigos e tudo mais. É tão bom estar com aquela pessoa, temos tantas expectativas sobre o bem-estar que ela nos causa e sua ilusória perfeição, que com o tempo vamos esperando mais e mais atenção, carinho, identificação, amizade, companheirismo, e um tanto de outras coisas que um relacionamento deve ter, mas não é o único que vai preencher o vazio de emoções da vida.
E assim começam as brigas sem motivos aparentes, os desentendimentos bobos, a sensação de insatisfação constante. Afinal, aquela pessoa nunca vai te satisfazer em todos os sentidos. É por isso que existem bilhões de pessoas no mundo e elas são tão diferentes. E é por isso que a outra pessoa também é diferente de você: ela tem que agregar em outros pontos da sua vida, e você tem que completá-la com suas forças, mas não em tudo.
Registro isso aqui, para eu nunca mais deixar de ver meus amigos, conhecer pessoas, ir para baladas, viajar, estudar, ler ou fazer qualquer coisa para estar com alguém que não completa tão bem assim o meu tempo.
O que percebi na minha vida amorosa recorrente é a idealização da pessoa amada em vários sentidos. Criada com valores cristãos e monogâmicos, com pais casados há séculos, eu tendo a achar que vou encontrar alguém para a vida toda, quando na verdade, lá no fundo eu acho que essa pessoa não existe.
Ainda assim, quando encontro alguém com interesses em comum e que me faça feliz, começam as ilusões, que muitas vezes também é alimentada do outro lado. E eu cometo o erro de colocar minha felicidade na mão dessa pessoa.
Não que seja algo premeditado e sério assim. E isso acontece em muitos relacionamentos, não é a toa que as pessoas param de sair, se afastam dos amigos e tudo mais. É tão bom estar com aquela pessoa, temos tantas expectativas sobre o bem-estar que ela nos causa e sua ilusória perfeição, que com o tempo vamos esperando mais e mais atenção, carinho, identificação, amizade, companheirismo, e um tanto de outras coisas que um relacionamento deve ter, mas não é o único que vai preencher o vazio de emoções da vida.
E assim começam as brigas sem motivos aparentes, os desentendimentos bobos, a sensação de insatisfação constante. Afinal, aquela pessoa nunca vai te satisfazer em todos os sentidos. É por isso que existem bilhões de pessoas no mundo e elas são tão diferentes. E é por isso que a outra pessoa também é diferente de você: ela tem que agregar em outros pontos da sua vida, e você tem que completá-la com suas forças, mas não em tudo.
Registro isso aqui, para eu nunca mais deixar de ver meus amigos, conhecer pessoas, ir para baladas, viajar, estudar, ler ou fazer qualquer coisa para estar com alguém que não completa tão bem assim o meu tempo.




