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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Fragmentos de sonhos

Ultimamente tenho sonhado muito, e cometido o erro de não anotá-los. Eu reralmente preciso adotar a prática de dormir ao lado de um caderno e uma caneta. Eis alguns fragmentos de sonhos que me lembro, dos últimos tempos.

Era aniversário da minha irmã e estávamos na Europa. Eu cheguei no lugar da festa, e fiquei tão entretida com minha família, que não tive tempo de comer, e estava ficando chateada. Duas vezes, Deus falou comigo, uma através do meu pai e outra através do meu tio, coisas interessantes sobre a minha vida. A festa já estava acabando e fui procurar o que comer, e só tinham os melhores salgadinhos: empadas, coxinhas e bolinhas de queijo, que minha mãe deixou de propósito para o final. O engraçado é que a festa continuava, mais em outros dois locais diferentes. De uma festa para a outra.
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Eu saí correndo do hotel, pois tinha medo de perder o vôo. Mas eu esqueci que tinha alugado um DVD e ele havia ficado no quarto, e tive que voltar para buscar. Como as pessoas não me deixavam ir até o quarto, fui pela saída de emergência do prédio, morrendo de medo de ser encontrada, até o andar onde estava. A porta estava destrancada, entrei com tudo num quarto onde havia um casal de idosos. Pedi mil desculpas e expliquei porque estava ali. Eles acharam ruim, pois haviam acabado de colocar o filme para assistir, mas me deixaram levá-lo.
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Já era o fim do dia e estava ameaçando chover, eu, minha irmã e um grupo de amigos escolhíamos os brinquedos mais legais da Disney francesa para andar. Lembro até agora do frio na barriga da montanha russa, e de um brinquedo que eu achava o mais legal, mas uma amiga não tinha coragem de ir. A chuva começou e tivemos que ir embora.
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Estávamos muito empolgados com o passeio de barco que havíamos ganhado, eu e umas 25 pessoas. Ao chegar, porém, vimos que o barco era bem menor que o imaginado, e todos tivemos que ir sentados bem próximos para caber todo mundo. O barco era bem pequeno e nos molhamos muito, ele balançava demais. Tinha uma garota linda, muito especial comigo.
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Eu estava andando pelo comércio da cidade, à procura de sutiãs e outras coisas, com um namorado chato atrás de mim. Estava frio, lembro que usávamos touca e tudo mais. Entrei numa galeria de lojas, que tinha uma escadaria bem estreita, lembro que descíamos por outro lado, no final a escada estava quase na vertical. Depois de um tempo meu namorado começou a não entrar mais nas lojas e me dava alguns perdidos. Eu comecei a desconfiar que ele me traía, mas não estava me importando muito, Eu estava aflita por não encontrar nenhum souvenir que eu achasse que ia agradar minha irmã.
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Eu estava em um país, não sei qual, tentando aprender sobre suas moedas, que eram muitas e diferentes. Depois, eu estava no meu quarto com minha irmã, e ela estava perguntando quando terminaríamos de encher nossos cofrinhos (o meu é de R$ 1, 0,50 e 0,25, o dela de todos os valores, na vida real).
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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Coincidências e sonhos

No lugar onde trabalho ser multitarefa não é um diferencial, e sim uma necessidade. Com clientes na mesa, à sua volta ("licença um minutinho, é só uma informação"), colegas tirando dúvidas, telefone que não para o tempo todo, não dá para fazer uma coisa de cada vez.

Por isso já estou acostumada a conversar com os clientes enquanto faço anotações, preencho fichas e assino documentos, e tudo sempre dá bem certo. Mas semana passada fui datar três folhas cujos documentos conferi com o original, um atras do outro, e escrevi a data (3/10/13) corretamente. Ao passar para o segundo documento escrevi 3/8/10 e segui para o terceiro que também escrevi corretamente.

Ao conferir o procedimento notei a falha, e logo risquei e substituí pela data certa, porém a outra data não me saiu da cabeça: 8/10, esse ano uma terça-feira. Não que eu seja muito supersticiosa, mas algumas situações são estranhas demais para não notar.

Para melhorar a situação, na noite de ontem para hoje (o grande dia misterioso) tive vários sonhos estranhos. Talvez por influência de algo que vi ou dos florais que comecei a tomar, tive diversos sonhos variados sobre acidentes de carro. Confesso que o tema já estava em minha mente nas últimas semanas, pois ouvi algumas histórias, mas em nenhum dia cheguei a sonhar com isso.

Foi muito ruim. E parecia que lá no fundo eu sabia que estava sonhando, e ao final de cada história eu pensava como na terça dia 8 eu não deveria pegar no carro, talvez até avisar meus pais para tomarem cuidado, e outras coisas insanas do tipo.

O dia chegou e eu tratei de afugentar os sonhos da mente logo cedo, pois tinha muitas coisas para resolver com o carro. Consigo ser uma mestre da ignorância seletiva quando preciso focar em alguma coisa. Obviamente pedi a Deus antes de sair de casa que me protegesse, assim como a minha família e todos os amigos. E prestei atenção dobrada.

Acaba-se o dia e nada de diferente aconteceu, que eu tenha reparado. Que bom. É engraçado como algumas coincidências inexplicáveis mexem com a nossa mente e influenciam nossas atitudes. Gosto de saber que os sonhos ruins na maioria das vezes não se realizam. Às vezes eles só existem para nos deixar mais alertas nessa vida...

sábado, 25 de maio de 2013

Essa noite eu sonhei que estava em um parque de diversões. Eu não sei "o que eu tenho" com parques de diversões, mas sinto uma felicidade inigualável quando estou em um, e vez ou outra sonho com eles. Essa noite eu estava no Hopi Hari com a minha irmã, e estávamos muito felizes pois ela já tinha altura suficiente para ir em quase todos os brinquedos. =)

Acho que nunca escrevi aqui sobre a minha viagem para os Estados Unidos com minha família em 2011, mas fui em alguns poucos parques por lá. Chorei quando cheguei nos portões da Disney. Esses parques são uma das maravilhas da criação do homem.

Eu na Disney em 2011, foto tirada pela minha irmã de 9 anos *.*

Não tenho dúvidas de que ainda não superei não poder ir nos brinquedos na última vez que fui ao Hopi Hari, no início desse mês; pois tenho tido sonhos recorrentes com parques de diversões. E muitas vezes eu chego a pensar que a brincadeira agora é diferente. O que não tem nada a ver, pois cada um tem sua fonte preferida de adrenalina em todas as idades. Ano que vem eu chegarei cedo no parque para aproveitar como gente pequena, e só depois como gente grande.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

In a cool different way


Eu acordei com o mesmo sentimento bom, de leveza, de felicidade que me acompanhou durante todo o sonho. Na cidade, todos pareciam me conhecer. Velhinhas me paravam para cumprimentar e perguntar sobre a minha vida. Eu sorria pelas ruas da cidade sem parar.

Ele falava português com um sotaque bonitinho que só. Sua ex namorada era brasileira (e agora não me lembro se ele morou no Brasil com ela ou se aprendeu em casa em outro país, mas não importa), e ele tinha vários amigos legais naquela cidade.

Era um domingo de manhã e não havia ninguém na escola. Ele pegou a minha mão e saímos correndo pelo pátio em direção ao prédio, antes que alguém nos visse invadindo a propriedade. Ríamos sem parar enquanto passávamos de sala em sala vendo desenhos e colagens de crianças desconhecidas, salas de química e biologia, depósitos de materiais.

Fiquei com fome e ele saiu para comprar uns sanduíches. Enquanto eu esperava em uma sala, algumas pessoas foram chegando e se acomodando. Havia todos os tipos de pessoas: crianças, adolescentes, adultos e velhos, cerca de vinte pessoas. Lembro do rosto de desconfiança dele quando abriu a porta devagar e colocou a cabeça para dentro para ver o que acontecia.

Ele me encontrou em uma roda, de mãos dadas, e alguém falava. Eu o recebi com um enorme sorriso e o chamei para se juntar a nós. Aparentemente era um grupo de apoio à alguma coisa, que eu não sei bem o que é. Eu já me sentia bem até esse momento, depois da reunião eu me senti melhor ainda.

Lanchamos e fomos dar uma volta na rua, onde velhinhos nos perguntavam sorridentes as direções dos lugares e puxavam papo sobre como estava a nossa vida.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Sapatilha rosa

Dia desses eu sonhei que me casava. A foto não é a mais apropriada, no meu sonho, eu usava sapatilhas. Sapatilhas pink. Lembro que pensei: "tanto faz o que estou calçando, o vestido vai tampar".

Ao escrever essa postagem, lembrei que sábado fui a uma loja de sapatilhas, e encontrei exatamente a sapatilha do meu sonho, mas não liguei os fatos no momento.

Os sonhos que eu lembro estão ficando cada vez mais raros...

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Ansiedade nos sonhos

Daqui a exatamente um mês eu viajo, e a ansiedade começa a querer aparecer.

Hoje quando entrei no facebook, uma das primeiras postagens que curti foi de uma prima, que diz: "Sonhos, quando são bons, são ótimos! Quando não, ai que dia!!!" Mais tarde, um colega do trabalho disse que havia sonhado comigo. No sonho, eu estava precisando de ajuda e ele tentava me ajudar. Ele disse que não sabe o que era, mas lembra da angústia de ambos.

Então eu me lembrei. Esta manhã (sim, os sonhos que eu costumo lembrar acontecem pela manhã) eu sonhei que voltava da viagem que fiz para Israel, e um ônibus deixava uma companheira de viagem na casa dela, no sul do país (acho que ela mora em Porto Alegre, mas não tenho certeza). Por algum motivo, eu desci e fiquei na casa dela, pois pegaria um vôo mais tarde para Brasília.

As horas se passaram e em certo momento fui conferir o horário do meu vôo, e vi que ele não saía da cidade da minha colega, e sim do Rio de Janeiro. Entrei em desespero, repetindo que não sabia como eu tinha imaginado que o vôo sairia daquela cidade, e não sabia o que fazer, já que seria impossível chegar ao Rio antes do vôo partir. Acordei com um aperto no coração, mas aliviada.

Eu sou uma pessoa ansiosa, mas um mês de antecedência? Tenha dó, minha querida mente. Que tenha sido só hoje, porque depois desses sonhos, como diz minha prima, "ai, que dia!".

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Tem um garoto com quem estudei na 5ª série, e apenas na 5ª série. R.A. Ele tem uma irmã gêmea. Nós fomos bons amigos naquela época, mas depois que eu mudei de colégio perdemos um pouco o contato... que, na verdade, nunca é perdido totalmente graças às redes sociais.

A mãe de um outro amigo canta no coral da UnB. Fui em uma apresentação do coral há uns dois ou três meses, onde vi este meu amigo de longe, após tanto tempo. Não consegui me encontrar com ele esse dia.

Semana passada eu estava no Conjunto Nacional, na praça de alimentação, e ele passou rápido do meu lado. Não deu para abordá-lo.

Terça-feira eu estava no ônibus, indo para a aula de francês, e quando o ônibus parou em certo lugar, lá estava ele, caminhando, com um caderno na mão e fones no ouvido.

Esta noite sonhei que finalmente conseguia abordá-lo, e comentava sobre todas as ocasiões em que eu o vi de longe.

Será que devo entrar em contato com ele, saber se ele está bem?

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Sonhos e pesadelos

Esta noite sonhei que eu voltava ao Hopi Hari, sozinha. Lá tinha uma montanha russa nova, que em certos momentos saía do trilho e a gente ficava flutuando. Só quando cheguei lá em cima e senti o frio na barriga foi que me lembrei que tenho que passar pelo menos seis meses longe desse tipo de coisa, mas fui mesmo assim. Eu estava com o boné de um amigo meu, que caiu enquanto a montanha russa andava.

Quando eu saí de lá e fui tentar resgatar o boné, estava escuro, e eu percebi que haviam vários militares no lugar, com suas roupas de gala. Olhei em volta e percebi que não estava mais no parque, estava em um daqueles casarões dos anos 60 onde as pessoas davam festas, e era uma festa de militares, e havia várias mulheres bonitas. E é o que me lembro.

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Ontem sonhei que duas pessoas do meu antigo trabalho morreram. Registro aqui só para constar, não quero falar sobre isso.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Esta noite sonhei que eu havia tatuado uma borboleta no ombro esquerdo, e estava com medo de voltar para casa, porque sei que o meu pai teria um ataque.

E também sonhei que eu ficava no portão de casa esperando a minha irmã junto com a van que leva ela ao colégio, e ela demorou mais de uma hora para aparecer.


E, aproveitando a postagem, quero dividir a minha ansiedade com quem visita este blog: segunda-feira eu tenho a entrevista dos meus sonhos, em um banco (onde sempre quis trabalhar), para trabalhar 6 horas e ganhar o que eu ganhava trabalhando 8. Me mandem bons pensamentos, eu PRECISO conseguir esse emprego.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Há dois dias, quando estava na parada esperando o ônibus para ir para a faculdade, vi a van que eu costumava pegar para ir para o Colégio Militar. Era o mesmo motorista, R.

À noite sonhei com uma pessoa relacionada a esta van, que eu não vejo há cerca de 3 anos e 9 meses. Fui na casa dela (que é na quadra do lado da que eu moro) a convite de um amigo em comum, e lá eu a vi. Acordei com uma saudade boa.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Parque de diversões

Falei muito pouco de São Paulo aqui, mas pretendo falar direitinho sobre meu roteiro mais para frente. Hoje quero falar sobre a primeira vez que fui a um verdadeiro parque de diversões.

Em Brasília temos um parque de diversões dentro do Parque da Cidade, cujas atrações que dão mais adrenalina são duas montanhas russas, uma delas fazendo um loop. É legal, mas não é a coisa mais emocionante do mundo.

De vez em quando vêm alguns parques para cá. Quando eu era pequena e corajosa meu pai não me deixava ir, e agora eu tenho juízo e não confio em parques de diversão que podem ser montados em qualquer descampado.

Em São Paulo, por indicação e muita insistência de algumas pessoas, e também por vontade própria, claro, fui ao Hopi Hari. É MARAVILHOSO! É uma cidade a parte. Pessoas com fantasias andam pelo parque a todo momento. Tem uma parte chamada "Wild West" cuja arquitetura e todo o restante lembra o velho oeste dos Estados Unidos (pelo menos o que vemos nos filmes, hehe).

Um dos cenários do Wild West

Tem uma parte que lembra o antigo Egito, onde há múmias e templos. E fora a arquitetura e a cenografia do lugar, tem a melhor parte: os brinquedos!  

Essa postagem é para falar de um brinquedo específico: La Tour Eiffel. Com a base imitando a torre francesa, é um brinquedo com 69,5 metros de altura. As pessoas sentam em assentos que sobem cinco metros por segundo. Chegando lá em cima, temos dois segundos para apreciar a vista (que é linda!).

Uma das vistas do parque (não, não tirei essa foto da torre. foi da roda gigante :P)

Depois dos dois segundos, um "tec" e um balanço de leve no assento. E caímos a 94 km/h dos 69,5 metros. Eu já sonhei muito na minha vida que estava caindo, e a sensação de desespero é parecida. Mas as outras sensações não tem como explicar. É um misto de medo, desespero, realização, vontade de que acabe logo.

La Tour Eiffel, Hopi Hari

Fui três vezes para afirmar para mim e para todos que enfrentei meus medos, mas ao sair do brinquedo a terceira vez, com dor de cabeça, falei para mim mesma que valeu a experiência. Nunca mais vou num brinquedo desses na minha vida!

E me surpreendi com meu sonho de ontem (de domingo para segunda). Sonhei que estava no Beto Carrero e ia na torre de lá. Eu não posso fazer comparações, pois a torre do Hopi Hari já me traumatizou. Mas depois de ter sonhado que eu ia na do Beto Carrero e chegava lá embaixo em estado de choque (juro! eu não conseguia andar, e só me lembrava de estar lá em cima e da dor na barriga que foi descer), eu fui pesquisar.

A torre do Beto Carrero é chamada de Big Tower, e de acordo com o site (fiquei impressionada), é a maior torre do mundo. São 100 metros (no meu sonho, eram 120 - haha, menos pior!), e a velocidade da queda chega a 120 km/h.

Big Tower, Beto Carrero

Não sei se foi a cirurgia de retirada da minha vesícula que me traumatizou a parte abdominal do corpo, mas só de pensar não sinto frio na barriga não, sinto dor mesmo.

Meu sonho me assustou. Me apaixonei por parques de diversão e pretendo ir assim que juntar uma graninha ao Beto Carrero (que dizem, aliás, ser a Disney brasileira - se o Hopi Hari é uma cidade, lá é um país). Mas mesmo recuperada da cirurgia, não sei se terei coragem de descer de uma torre novamente - e 30 metros maior do que a que eu fui! Me chamem do que quiser. Trauma é trauma! Quando for ao Beto Carrero, digo aqui se tive coragem ou não.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Pesadelo

Fazia tempo que não tinha um pesadelo com tanta riqueza de detalhes. O dito-cujo me apareceu na manhã de ressaca de sábado, quando após acordar para beber água, voltei a dormir o sono não dormido a noite.

Eu tinha viajado para Goiânia e ido a uma das últimas sessões de cinema em um shopping. Quando saí do cinema, senti vontade de ir ao banheiro mas o único aberto ficava no andar da garagem. Desci a escada rolante, fui ao banheiro, mas quando voltei, percebi que não havia escada rolante para subir de volta. Usei um daqueles telefones de informação e a pessoa me indicou um lugar no fundo da garagem, onde eu deveria apertar um botão no chão e esperar um elevador que apareceria.

Quando me abaixei para apertar o botão, dois homens vestidos com roupas estilo lanchonete de filme americano começaram a me chamar e falaram que ali não tinha elevador nenhum, para eu desistir de apertar o botão. Eu falei para eles que aquela tinha sido a informação que recebi e ignorei, e eles ficaram meio aturdidos, e tentaram me tirar de lá.

Neste momento meu amigo que estava me esperando em cima apareceu e disse que estava preocupado, pois eu estava demorando, e como o carro dele estava na garagem mesmo, ele resolveu vir me procurar. Fomos para o carro e os dois homens nos seguiram. Quando já estávamos saindo, vários carros ligaram os faróis e nos cercaram, e os homens falaram para seguirmos os carros.

Fomos levados a uma pizzaria, em uma quadra onde havia vários fast-foods. Eu estava com fome e nem me preocupei tanto com os carros que nos conduziram até lá, já que o local estava cheio. A pizzaria tinha um estacionamento grande. Uma grade dava acesso a uma área descoberta onde haviam várias mesas com guarda-sol, e desta área tinha-se acesso a parte interna, onde eram feitos os pedidos.

Entramos na pizzaria e a grade que dava para a área descoberta foi trancada. O lugar tinha um sistema de som, do qual veio uma voz que falou que todos que estavam ali iam morrer. Três homens com aquelas roupinhas de lanchonete começaram a jogar álcool no chão e nas pessoas, enquanto a voz do som falava que haveria um belo incêndio no lugar, naquele momento.

Entrei em desespero. Após nos assustar, a voz do som falou "já que esses são seus últimos momentos de vida, aproveitem a festa!" e colocou um dance. Neste momento saíram vários garçons distribuindo pizza e bebidas, e a maioria das pessoas parecia que nem estava se importando, e começaram a "se divertir". Eu fiquei em estado de choque com a atitude das pessoas, e sentei em um canto para observar. Enquanto isso, a cozinha da pizzaria começou a pegar fogo, e a intenção era que o fogo fosse aumentando aos poucos e chegasse até os outros lugares.

Uma mulher de mais ou menos 20 anos entrou em desespero e foi pular a grade que separava a pizzaria do estacionamento. Pulou, mas em volta do local tinham colocado vários cabos pretos, fazendo um círculo. Ela foi de encontro a esses cabos e, quando encostou, ficou tremendo durante alguns segundos e logo depois caiu no chão, morta eletrocutada. Eu comecei a chorar, pois nunca vi ninguém morto (muito menos morrendo) na minha frente, e percebi que o fogo já estava chegando ao balcão de pedido dentro da pizzaria.

Lá dentro tinha mais ou menos 30 pessoas. Meu amigo sumiu de perto de mim e um cara sentou do meu lado e ficou tentando me animar, falando "nós vamos morrer mesmo, vamos dançar, fica comigo!" e eu só conseguia ficar mais desesperada. Encontrei meu amigo e comecei a sacudi-lo e a gritar: "JL, eu não quero mais ver esse filme! A gente tá vendo um filme, não tá? Ou eu to sonhando? Eu não quero mais ver isso, JL, eu quero acordar!!!" E logo depois acordei, lembrando de todos os detalhes desse que foi um dos meus piores pesadelos do ano.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Sonhos

Várias vezes começo uma postagem com um sonho, e por ele ser bobo ou por algum outro motivo, não posto. Aqui vai uma postagem, então, com todos os últimos sonhos que tive e me lembro, de uma vez. Sem desculpas. :)
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Esta noite sonhei que eu e minha irmã estudávamos no Colégio Militar .
Como eu saí de casa há três anos e voltei agora, tive que desenterrar meu uniforme de um armário que nunca era aberto. Ele servia (só no sonho, pois cresci, engordei e ganhei corpo na vida real).

Estávamos atrasadas, e já na saída descobri que eu não tinha o cinto do uniforme. Tirei toda a roupa e fiz birra dizendo que não iria para o colégio, porque levaria um FO (Folha de Ocorrência) por estar sem cinto.
Acordei rindo. Meus sonhos estão cada vez mais impossíveis. Minha irmã com 8 anos, eu com 19... no mesmo colégio, ainda!
Acho que é porque neste fim de semana encontrei todas as minhas amigas do CMB, ele tem me voltado à mente desta forma...
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Sonhei que eu fazia uma gelatina meio vermelha, meio cor-de-rosa em uma piscina. Enquanto a água com a gelatina esquentava, eu ia provando.
Em um certo momento meu primo F. virou para o meu irmão e falou "ela já comeu três piscinas de gelatina!"
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Eu estava viajando para algum lugar onde tinha mar. Estava em um jatinho que deveria seguir um avião de grande porte, mas por a pista ser curta ele não estava conseguindo decolar.
O piloto do jatinho, meu colega R., se estressou, decolou com o jatinho e começou a fazer manobras no ar mostrando que pilotava melhor que o cara do avião.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Sonhos como reflexos

Eu já tive algumas experiências bizarras de sonhos que eram reflexos do que eu sentia. Não do psicológico - ah, se fosse simples assim! Do físico mesmo.

Várias vezes sonhei com lindas cachoeiras, ou com o mar cheio de ondas, e acordava com vontade de fazer xixi.

Já sonhei que estava vomitando e acordei cuspindo no travesseiro.

Noite passada eu estava tão cansada que esqueci de todas as minhas necessidades fisiológicas e fui dormir - mas mesmo sem ter sonhado levantei meio sonâmbula para usar o banheiro. O que me acordou foi outra necessidade.

Sonhei que ainda estudava no Colégio Militar. Eu estava atrasada para a aula, então comecei a procurar na minha agenda do celular alguém com um número da Claro para avisar do meu atraso - porque até no sonho eu só tenho bônus, rs. (E como se no Colégio Militar fosse como é na minha faculdade, que você liga para um colega que avisa que você está atrasado e você recebe presença. Ã-hã.)

Acabei encontrando na minha lista o K., - uma pessoa que não vejo há exatamente 7 anos e que nunca chegou a estudar no Colégio Militar, mas que no sonho ele era da minha sala - e liguei para ele. Ele me falou que também estava atrasado, no restaurante da escola, e combinei de me encontrar com ele lá, pois além de atrasada, eu não havia almoçado.

Sim, o Colégio Militar de Brasília tem um restaurante dentro, no segundo bloco da direita, que se chama Salada Tropical. Mas no meu sonho (e talvez pela fome) o restaurante ficava logo na entrada e se chamava Hibisco, um dos restaurantes que mais frequento atualmente, na 715 norte.

Entrei no restaurante e comecei a me servir. Acho que nem na vida real vi um restaurante self-service com tantas opções de comidas apetitosas! Inclusive comidas que nunca vi em restaurantes, só na casa do meu pai, como linguiça com inhame (que, a propósito, não como há anos!).

Continuei me servindo, e de repente, ao meu lado, apareceu o meu último chefe, sr. L.F., que racionalmente pensando nada tem a ver com a minha fome, com restaurantes (nunca almocei com ele) ou com o Colégio Militar. Mas ele estava lá se servindo, me cumprimentou, olhou para o meu prato e disse "Você está com fome, hein?!" e riu.

Olhei para o meu prato e entendi. Ele estava quase transbordando de comida, mais cheio do que o prato diário de almoço do meu irmão - e olha que ele COME! Resolvi então parar de me servir - pela vergonha, afinal ainda haviam muitas opções deliciosas que eu ainda não tinha colocado no prato.

Comecei a comer e, talvez pela ausência do gosto da comida, percebi que estava sonhando. Mas não acordei...

No sonho, eu tinha acordado e meus amigos J. e M. estavam na minha casa, jogando video-game. Eu comecei a narrar o sonho com a comida para eles e falar que tinha acordado com fome.

Em algum momento citei que no sonho eu tinha comido algo muito com maionese, mas não me lembrava exatamente o quê. Então o J. sugeriu que comprássemos alguns pães de queijo no supermercado, e colocássemos para assar para comer com maionese.

Eu adorei a idéia, e acordei com uma puta fome e uma imensa vontade de comer pão de queijo (sem maionese).

Esta foi a minha primeira experiência com sonho como reflexo da fome, e foi muito engraçado. Recomendo a todos que façam o teste. Mas tenham um saco de pães de queijo em casa!

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Faz tanto tempo que não posto meus sonhos, que já não lembro de quando sonhei, e me esqueci de alguns. Mas esta noite tive vários sonhos, que vale a pena registrar.

Sonhei que havia tirado carteira de motorista, e dirigia o carro de um amigo. Eu estava morrendo de medo.

Sonhei que eu entrava no orkut e no msn e não tinha mais ninguém, e me senti só.

Sonhei que um primo estava ficando com uma prima. Eca.

Sonhei que fui viajar com uma pessoa, para um lugar muito bonito, onde haviam vários rios. No meio da viagem, ele conheceu algumas pessoas e começou a sair com elas, e eu meio que acompanhava de longe. Muito estranho.

E acho que só... eu preciso criar o hábito de anotar meus sonhos assim que acordo. Antes, eu acordava e já ligava o notebook. Mas me mudei e tenho todo um processo até chegar até ele, agora...

Ah! Eu também sonhei que postava aqui alguma coisa na parte de Variedades dos outros, mas não consigo me lembrar o que! :(

domingo, 27 de junho de 2010

Numa dessas noites em que não postei, tive um pesadelo terrível que envolvia pessoas morrendo. Fazia muito tempo que não sonhava com coisas assim, e acordei atordoada...

Essa noite eu sonhei que meu amigo que está em Israel me ligava para dizer que tinham ligado da casa de uma tia minha, para ele, já que aqui em casa ninguém atendia. Eu fiquei brava, porque eu estava em casa o dia todo. Perguntei para ele quem exatamente me ligou, já que poderia ser minha tia ou uma das minhas três primas (no sonho, porque na vida real só falo com uma das minhas primas), e ele não soube me dizer, e eu briguei com ele.


Como explicar sonhos com pessoas que há muito tempo não vemos, e nem mantemos contato? Como explicar pessoas de círculos de amizade diferentes na sua vida aparecendo, juntas, em um mesmo sonho?? TEM que haver uma explicação para tudo isso!

sábado, 12 de junho de 2010

Esta noite eu tive vários sonhos, mas não me lembro.

Me lembrei de um único sonho, pois acordei achando que era realidade.

Noite passada eu estava comendo chocolate com amigos meus, não me lembro onde, mas sei que comi muito chocolates... depois fui para casa e dormi pensando "que droga, comi muito chocolate, amanhã eu vou acordar com a pele horrível e não vou poder ir no eletroxurras!".

Hoje eu acordei e fui direto para o banheiro lavar o rosto, me olhei no espelho e pensei: "ai meu deus, será que eu estou feia?!"

E a vozinha do resto de razão que eu ainda tenho me disse: "sua louca, faz dias que você não come chocolate."

Talvez seja mesmo a abstinência. :P

[escrito em 12/06/10]

segunda-feira, 7 de junho de 2010



Sonho acordada, pensando nas privações que agora tenho, que antes não existiam na minha vida, e me arrepio...

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Há algumas noites sonhei que eu havia apresentado meu namorado para uma colega da faculdade, a T, que é super habilidosa com homens. Certo dia eu acordei e vi a T. na sala da minha casa, logo em seguida o meu namorado chegou, vindo da rua.

Chamei ele no quarto e perguntei onde ele estava. Ele me disse, na maior tranquilidade, que estava na casa de uma garota que a T. havia apresentado para ele, assistindo filme, e que tinha dormido lá.

Eu senti um ódio TÃO grande, que na mesma hora fui até a sala, agarrei a T. pelos cabelos, comecei a puxar forte e gritei, apontando o dedo na cara dela: "SUA *%$#@! FICA LONGE DO MEU NAMORADO!".

Dando sequência ao sonho, eu estava descendo a escada de algum lugar que parecia muito uma escola, meu namorado estava comigo. Do meu lado passou uma garota que me lembrou muito a H., uma garota com quem estudei há uns 5 anos e que não vejo desde então.

Por algum motivo que desconheço, minha mente me disse que era aquela a garota com quem meu namorado tinha ficado, e eu empurrei ela da escada. Meu namorado saiu correndo para prestar socorro, e eu acordei com raiva.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Quinta-feira eu sonhei que eu entrava no carro junto com um amigo que não fuma. Ao sentar no banco, ele tirou do bolso uma carteira de Sampoerna e colocou no porta-luvas. Eu perguntei por que ele havia começado a fumar, e ele disse que sempre fumou, só que nunca deixou ninguém saber...

Sexta-feira eu sonhei que estava indo para um acampamento, no estilo retiro espiritual de igreja, e estava numa fila gigantesca para entrar na chácara onde seria o evento. Na fila, uma garota começou a passar mal de calor e eu troquei meu short pela calça jeans dela.

E desde sexta-feira eu sinto como se estivesse em um sonho interminável, do qual eu não consigo acordar, por mais que eu tente. Mal de dormir uma média de três horas por dia, durante quatro dias, talvez...