Li num livro do John Maxwell a dica de escrever para as pessoas que nos inspiraram de alguma forma, e nunca mais me esqueci. Mas desde então, fico só na vontade. E eu tenho vontade de escrever para várias pessoas.
Para uma menina particularmente chata da primeira a terceira série, que fazia um bullying terrível comigo, para perguntar o motivo daquilo e dizer que a perdoava.
Para alguns professores e coordenadores da escola, que me ensinaram muito mais do que suas matérias. Igualmente para alguns professores da faculdade, que mereciam ouvir coisas boas e ruins sobre seus trabalhos, que não tive coragem para dizer na época.
Tenho vontade de escrever uma carta para meu ex-namorado que mais durou, para pedir perdão por tantas coisas erradas que fiz sem saber ou sabendo e para agradecer o apoio incondicional que ele me deu em todas as minhas ideias, por mais malucas que elas parecessem, e me amado até nos momentos de loucura.
Tenho vontade de escrever para o ex-namorado seguinte a esse, que me fez tão, tão, tão bem. Ele foi meu melhor namorado: entendia absolutamente tudo que eu falava, conversava comigo horas a fio, fazia tudo por mim, e me ensinou muitas coisas. Acho que eu nunca fui capaz de expressar minha felicidade e gratidão pelo que ele representava na minha vida.
Também tenho vontade de escrever para dois grandes amores do passado. Um amor que foi também uma ilusão adolescente, mas bem especial. E para um outro amor que foi quem mais se encaixou com o meu jeito de ser: parecia que ele tinha o manual da Carol. Foi o relacionamento mais leve que tive, e sei que ele sabe o quanto eu ainda o aprecio, mas ainda não escrevi o quanto ele foi importante para mim.
Quanto aos escritores, filósofos, músicos e artistas em geral para quem eu gostaria de escrever, não vou nem citar todos, pois grande parte deles já morreram. Érico Veríssimo, Jim Morrisson, Raul Seixas, Sartre, Nietzche, Platão, Machado de Assis, Van Gogh, George Harrisson, Salvador Dali...
Tem muitas pessoas que não morreram ainda também, para as quais eu escreveria. Mas seria mais fácil conversar com essas pessoas, e eu não deixo de ter a esperança de conhecer algumas delas, como a Angelina Jolie, Michael Porter, Meg Cabot, J.K. Rowling, e dar um beijo na boca do maravilhoso Morrissey, um homem de incrível talento, personalidade e sensibilidade.
Por enquanto fico só na vontade, mas ainda vou escrever para muitas dessas pessoas, inclusive para o inspirador John Maxwell, que além de muitas lições de vida, relacionamentos e liderança, me ensinou sobre a importância de escrever para as pessoas que fizeram a diferença na minha vida.
Para uma menina particularmente chata da primeira a terceira série, que fazia um bullying terrível comigo, para perguntar o motivo daquilo e dizer que a perdoava.
Para alguns professores e coordenadores da escola, que me ensinaram muito mais do que suas matérias. Igualmente para alguns professores da faculdade, que mereciam ouvir coisas boas e ruins sobre seus trabalhos, que não tive coragem para dizer na época.
Tenho vontade de escrever uma carta para meu ex-namorado que mais durou, para pedir perdão por tantas coisas erradas que fiz sem saber ou sabendo e para agradecer o apoio incondicional que ele me deu em todas as minhas ideias, por mais malucas que elas parecessem, e me amado até nos momentos de loucura.
Tenho vontade de escrever para o ex-namorado seguinte a esse, que me fez tão, tão, tão bem. Ele foi meu melhor namorado: entendia absolutamente tudo que eu falava, conversava comigo horas a fio, fazia tudo por mim, e me ensinou muitas coisas. Acho que eu nunca fui capaz de expressar minha felicidade e gratidão pelo que ele representava na minha vida.
Também tenho vontade de escrever para dois grandes amores do passado. Um amor que foi também uma ilusão adolescente, mas bem especial. E para um outro amor que foi quem mais se encaixou com o meu jeito de ser: parecia que ele tinha o manual da Carol. Foi o relacionamento mais leve que tive, e sei que ele sabe o quanto eu ainda o aprecio, mas ainda não escrevi o quanto ele foi importante para mim.
Quanto aos escritores, filósofos, músicos e artistas em geral para quem eu gostaria de escrever, não vou nem citar todos, pois grande parte deles já morreram. Érico Veríssimo, Jim Morrisson, Raul Seixas, Sartre, Nietzche, Platão, Machado de Assis, Van Gogh, George Harrisson, Salvador Dali...
Tem muitas pessoas que não morreram ainda também, para as quais eu escreveria. Mas seria mais fácil conversar com essas pessoas, e eu não deixo de ter a esperança de conhecer algumas delas, como a Angelina Jolie, Michael Porter, Meg Cabot, J.K. Rowling, e dar um beijo na boca do maravilhoso Morrissey, um homem de incrível talento, personalidade e sensibilidade.
Por enquanto fico só na vontade, mas ainda vou escrever para muitas dessas pessoas, inclusive para o inspirador John Maxwell, que além de muitas lições de vida, relacionamentos e liderança, me ensinou sobre a importância de escrever para as pessoas que fizeram a diferença na minha vida.
