Já fui de ficar brava e demonstrar, fazer ceninha - mentira, cena grande mesmo - em lugar público, felizmente não durante muito tempo em minha vida. Mas algo que eu nunca fiz foi colocar pessoas no meio que nada tinham a ver com a minha falta de controle emocional nesses complicados momentos.
Hoje em dia costumo dizer que não compro nem as minhas próprias brigas, afinal evito ao máximo qualquer tipo de conflito no trabalho, em casa, com amigos, desconhecidos ou qualquer pessoa que cruze o meu caminho. Certamente tenho um nível de paciência que se esgota eventualmente em situações fora do comum, mas evito fofocas e intrigas de todos os tipos.
O fato é que uma cliente esperta - só que não - que estava em processo de separação e estava na minha frente com seu ex marido, resolveu fazer algo muito errado. Eela foi esperta o suficiente para conseguir boa parte do que queria, mas sua besteira não demorou muito a ser descoberta.
Achando que tinha poderes divinos para criar uma situação, ao ser questionada alegou que eu a induzi a cometer o crime. E o ex marido acreditou e foi tirar satisfação no meu trabalho. Eu somente ri quando fui indagada sobre a situação, mas apesar de não ser uma coisa muito inteligente a se fazer, ele queria registrar também o meu nome no boletim de ocorrência que teria que fazer contra sua ex mulher para resolver a situação.
Acredito que a pergunta foi um double check, pois minha postura ética não é questionável ao meu ponto de vista, afinal de contas eu nunca falaria o que a pessoa disse que eu falei, em nenhuma situação, e muitas pessoas concordariam comigo. Enfim.
É verdade que tem gente que está passando por essa vida só para fazer confusão na vida dos outros? De graça?
Ou será que as pessoas se diverte com isso? O "tombo" alheio compensa? A pessoa é bem mal resolvida?
Independente do motivo, esse tipo de atitude na minha opinião é muita falta do que fazer com a própria vida, e certa falta de amor próprio. Há coisas interessantíssimas para se fazer. No caso que contei haverá consequências jurídicas, que felizmente não chegarão à mim.
Não invente picuinhas na vida dos outros. É chato e faz mal.
Hoje em dia costumo dizer que não compro nem as minhas próprias brigas, afinal evito ao máximo qualquer tipo de conflito no trabalho, em casa, com amigos, desconhecidos ou qualquer pessoa que cruze o meu caminho. Certamente tenho um nível de paciência que se esgota eventualmente em situações fora do comum, mas evito fofocas e intrigas de todos os tipos.
O fato é que uma cliente esperta - só que não - que estava em processo de separação e estava na minha frente com seu ex marido, resolveu fazer algo muito errado. Eela foi esperta o suficiente para conseguir boa parte do que queria, mas sua besteira não demorou muito a ser descoberta.
Achando que tinha poderes divinos para criar uma situação, ao ser questionada alegou que eu a induzi a cometer o crime. E o ex marido acreditou e foi tirar satisfação no meu trabalho. Eu somente ri quando fui indagada sobre a situação, mas apesar de não ser uma coisa muito inteligente a se fazer, ele queria registrar também o meu nome no boletim de ocorrência que teria que fazer contra sua ex mulher para resolver a situação.
Acredito que a pergunta foi um double check, pois minha postura ética não é questionável ao meu ponto de vista, afinal de contas eu nunca falaria o que a pessoa disse que eu falei, em nenhuma situação, e muitas pessoas concordariam comigo. Enfim.
É verdade que tem gente que está passando por essa vida só para fazer confusão na vida dos outros? De graça?
Ou será que as pessoas se diverte com isso? O "tombo" alheio compensa? A pessoa é bem mal resolvida?
Independente do motivo, esse tipo de atitude na minha opinião é muita falta do que fazer com a própria vida, e certa falta de amor próprio. Há coisas interessantíssimas para se fazer. No caso que contei haverá consequências jurídicas, que felizmente não chegarão à mim.
Não invente picuinhas na vida dos outros. É chato e faz mal.

1 comentários:
Bonito aprendizado, Carol.
Ótima semana para você!
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