Os dez dias mais intensos da minha vida aconteceram em um país com a área menor que a do estado de Sergipe. Dia 24 de maio de 2011 parti em uma viagem que me mudou em vários aspectos. Sinto a memória começar a falhar e não quero esquecer absolutamente nenhum detalhe sobre esta experiência única. É chegada a hora de compartilhar um pouquinho do que vi e senti.
Após doze longas horas de um vôo muito confortável da El-Al (as poltronas são grandes, televisão individual com várias opções de canais, muita cordialidade e boa comida - mas é claro que o Dramin também ajudou), cheguei à Terra Santa, como dizem. No minuto em que aterrissamos eu já havia esquecido do pequeno questionário que tive de responder para conseguir embarcar, além da revista a todas as minhas coisas e uma rápido recolhimento de amostra do meu sapato - tudo questão de segurança, claro.
Ainda no aeroporto Ben Gurion em Tel-Aviv, conheci o motorista e o ônibus que me levaria para lá e para cá nesses dez dias, bem como quatro soldados israelenses com um pézinho no Brasil, que nos acompanharam em todos os momentos e com quem aprendi muitas coisas. Partimos então para Haifa, uma cidade muito bonita ao norte do país. Um jantar foi a minha primeira chocante refeição: pão, ovos e muita gomida gordurosa na mesa. Tive que encarar a salada, que com o homus (presente em todas as refeições) ficou razoavelmente tolerável ao meu paladar fresco.
O dia seguinte começou com mais surpresas alimentares: lasanha na mesa de café da manhã! Acabei optando, durante todos os dias, restringir meu desjejum a pão com ovos (o pão presente em todas as refeições assim como o homus, e os ovos, feitos de todas as formas possíveis, sempre no café da manhã) e café com leite. Mas faziam parte das opções algumas frutas que pelo que ouvi são desprovidas de gosto, cereal, e - quase me esqueci! - pepino e tomate! Sim, eles comem isto no café da manhã por lá...
A primeira visita do dia foi a um templo Baha'i, no qual não pudemos entrar. Até hoje não entendo muito sobre a religião, mas o templo é extremamente atraente.
Do templo, seguimos para Rosh HaNikrá, que são formações rochosas na costa do Mar Mediterrâneo, bem próximas da fronteira com o Líbano, por onde passava um trem que ligava os dois países em épocas de paz. A vista é maravilhosa tanto fora quanto dentro das cavernas.
Após doze longas horas de um vôo muito confortável da El-Al (as poltronas são grandes, televisão individual com várias opções de canais, muita cordialidade e boa comida - mas é claro que o Dramin também ajudou), cheguei à Terra Santa, como dizem. No minuto em que aterrissamos eu já havia esquecido do pequeno questionário que tive de responder para conseguir embarcar, além da revista a todas as minhas coisas e uma rápido recolhimento de amostra do meu sapato - tudo questão de segurança, claro.
Ainda no aeroporto Ben Gurion em Tel-Aviv, conheci o motorista e o ônibus que me levaria para lá e para cá nesses dez dias, bem como quatro soldados israelenses com um pézinho no Brasil, que nos acompanharam em todos os momentos e com quem aprendi muitas coisas. Partimos então para Haifa, uma cidade muito bonita ao norte do país. Um jantar foi a minha primeira chocante refeição: pão, ovos e muita gomida gordurosa na mesa. Tive que encarar a salada, que com o homus (presente em todas as refeições) ficou razoavelmente tolerável ao meu paladar fresco.
O dia seguinte começou com mais surpresas alimentares: lasanha na mesa de café da manhã! Acabei optando, durante todos os dias, restringir meu desjejum a pão com ovos (o pão presente em todas as refeições assim como o homus, e os ovos, feitos de todas as formas possíveis, sempre no café da manhã) e café com leite. Mas faziam parte das opções algumas frutas que pelo que ouvi são desprovidas de gosto, cereal, e - quase me esqueci! - pepino e tomate! Sim, eles comem isto no café da manhã por lá...
A primeira visita do dia foi a um templo Baha'i, no qual não pudemos entrar. Até hoje não entendo muito sobre a religião, mas o templo é extremamente atraente.
Do templo, seguimos para Rosh HaNikrá, que são formações rochosas na costa do Mar Mediterrâneo, bem próximas da fronteira com o Líbano, por onde passava um trem que ligava os dois países em épocas de paz. A vista é maravilhosa tanto fora quanto dentro das cavernas.
| Rosh HaNikrá |
| Cavernas Rosh HaNikrá |
Claro que não poderia faltar a foto da fronteira com o Líbano. Beirute é mais perto que Jerusalém (os números são a distância até cada capital).
Após esta visita seguimos para Tzfat. Se você ainda se impressiona com as enormes ladeiras de Belo Horizonte, é porque você não viu esta cidade. E as pessoas andam para cima e para baixo (literalmente) em enormes escadarias que estão por toda a parte. Na cidade da cabala (como também é conhecida Tzfat) almocei meu primeiro falafel israelense e ouvi um pouco sobre a história de importantes sinagogas da região (o guia também fez questão de lembrar a visita de Madonna ao local).
De lá seguimos para Degania, um importante kibbutz do país, onde passei a noite e aprendi muitas coisas, que ficarão para uma próxima postagem - enquanto escrevia percebi que não tem como compactar dez dias intensos em uma postagem só.

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